EaD – Résumé

EaD – Résumé PDF 631

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PDF 623 – EaD – Abstract

PDF 628 – EaD – Resumem

France Michel Foucault
Portrait of French philosopher Michel Foucault taken on December 16, 1981 at the radio broadcast studio Europe 1 in Paris, France. (AP Photo/Alexis Duclos)/APHSL/AP8112160125_1/1309051648

Enquanto o aluno estava em sala de aula, somente o professor tinha o direito de circular livremente pela sala. O poder de observar o aluno por diferentes ângulos. E os alunos com mobiliário individual tendo unicamente e obrigatoriamente, que olhar para a lousa e para o professor. Salvo uma atividade fora de um modelo clássico, como criar um círculo com as cadeiras escolares. Um mobiliário um tanto estático, estético e ergonômico, com a finalidade de promover um conforto evitando reclamações de desconfortos ou má acomodações. Evitando desconfortos que pudessem desviar a sua atenção. E o olhar do professor atento, podia identificar um aluno de braço levantado, aguardando uma oportunidade do direito da palavra.

Nos dias de testes e provas, o professor poderia fazer uma configuração diferente, trocando os alunos de lugares, determinando filas de cadeiras a serem ocupadas, e criando critérios de outras disposições. Pregando o comportamento do total silencio, poderia se posicionar em lugares diferentes para um maior controle, dos atos daqueles estudantes que confeccionavam as provas ali aplicadas. Ainda havia a possibilidade de provas diferentes, para evitar uma prova semelhante ao alcance de outros olhos. Pequenos gestos poderiam levantar suspeitas, de consulta a outras provas, ou anotações disfarçadas e previamente confeccionadas. E o professor dono de um poder, exercendo os atos de vigiar e punir. O poder de tomar a prova do aluno, e aplicar a nota zero, baseado no argumento da consulta proibida. Embora a prova quando confeccionada, tenha inúmeras consultas.

Com o tempo e o avanço nas series, ou cursos mais avançados, os alunos foram ganhando espaço, podendo entrar e sair da sala, com um simples gesto de aceno, com um cumprimento e educação. Mais ainda restaram as provas e a ficha de chamada, como um sistema de controle. E o poder do professor de afirmar que um aluno estava presente ou ausente da classe. Continuou de modo diferente o ato de vigiar e de punir. Punir o aluno com notas baixas, baseado em um conteúdo apresentado. O aluno como individuo, pode somente absorver, o que lhe interessa. As inúmeras faltas poderiam reforçar o argumento, justificando uma nota baixa. E as faltas, a partir de um percentual, também reprovam.

EaD. Agora o professor se posiciona em um lugar diferente, atrás de uma tela de computador. Tem um poder tecnológico de controlar os atos dos alunos, computar seus horários e seus tempos de dedicação a um estudo, através de relatórios que podem identificar e controlar o tempo que o aluno permanece on line. Controlar seus tempos gastos em uma prova, evitando consultas a uma determinada bibliografia.

E o aluno conhecedor das ferramentas tecnológicas, vai buscar outras ferramentas para driblar o sistema tecnológico. Cada geração mais nova de alunos é uma geração mais a frente, assim como acontece na tecnologia, acontece na biologia. Foucault sempre resistiu a qualquer tentativa de aprisionamento (Maria da Conceição Silva Soares em: Vocabulário de Foucault: um livro para usuários/leitores). E assim também é o aluno, não admite aprisionamentos.

 

RN, 28/04/16

por

Roberto Cardoso (Maracajá)

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http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso-(maracaja)/ead-resume

 

 

Texto 3: EaD – Résumé

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso-(maracaja)/ead-resume

 

Textos anteriores:

Texto 1: EaD – Abstract

http://www.publikador.com/estudos-academicos/roberto-cardoso/ead-abstract

Texto 2: EaD – Resumen

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O velho truque da dominação simbólica

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O conhecimento que as universidades já não produzem

https://docs.com/roberto-cardoso/9937/o-conhecimento-que-as-universidades-ja-nao

 

O Convite

O Convite – PDF 632

Convite

Utilizamos deste instrumento para convidar o Excelentíssimo Senhor Prefeito desta cidade a compartilhar momentos com o cidadão deste município.  Para juntos usarem o direito do cidadão, o direito de ir e vir. Como caminhar pelos parques, pelas praças e pelas calçadas. Evitando o uso de automóveis, usando um modelo antigo. Usando um habito já quase esquecido. O ato de andar a pé. Caminhar longas distancias, a fim de encontrar um caminho seguro, entre tantos carros estacionados.

Convidamos a passear por diversas ruas do centro e da periferia, no espaço urbano e suburbano. Sentir o vento no rosto, provocado por carros em alta velocidade. Praticar exercícios de equilíbrio sobre os estreitos canteiros que dividem as pistas. Atravessar ruas respeitando o uso da faixa de segurança, quando o sinal está fechado para os carros e liberado para os pedestres.  A oportunidade de lembrar como era a brincadeira de pular amarelinha, desviando dos buracos nas calçadas.

Caminhar pelas ruas para observar pessoas uniformizadas a serviço da prefeitura, ocupados com seus rádios e seus telefones. Talvez conversando com o companheiro, localizado na outra esquina. Bastaria fazer um sinal, que o companheiro, logo avistaria e logo responderia. Observar os mesmos patrulheiros, fazendo anotações as escondidas. Quem sabe para um futuro acerto ou um breve desenrolo.

Caminhar com calma e observar as placas, símbolos e sinais; observar pinturas e símbolos. Há muitos espalhados e distribuídos na cidade. Informações horizontais e verticais. Em pisos, paredes e postes. Existe um conhecimento que encontramos nas ruas. Como uma textura e a cor de um piso. Uma linguagem universal, que serve para outros estados e outros países.

Lembramos que o direito de ir e vir, é um direito atribuído ao cidadão, portanto, restringe-se unicamente ao cidadão, não é extensivo aos seus automóveis. Os carros já possuem as ruas e avenidas para exercer suas arrancadas, suas freadas e seus movimentos. Em caso de parada demorada, devem procurar um estacionamento. E um proprietário ao sair de casa, retirando o veículo de uma vaga ou de uma garagem, não pode simplesmente colocar seu bem em outras portas ou outras calçadas. Adquirir um carro é adquirir um problema, que não pode ser transferido ao outro, que não participa do problema.

O traje para o passeio, é o traje passeio, sem formalidades. O ideal seria um traje esporte, mas não convém a um prefeito. E é conveniente que não haja assessores, e que não tenha seguranças, que podem comprometer com o comportamento diário da cidade, interferindo em situações que podem não ser vistas ou não alcançadas.

Lembramos ainda que a sigla RSPV é uma sigla usual, do comportamento social francês, indicando que o convidado deve confirmar a sua presença. Evitando uma demasiada espera. Evitando atropelos que acontecem de última hora.

Lamentaremos não oferecer um coquetel de boas-vindas, ou um coquetel de despedida. Mas é certo encontrar alguns vendedores pelo caminho, vendendo balas e doces estreitando os caminhos. Calçadas estreitas, apertadas e com ocupações diversas. Ocupadas por diferentes pessoas e cidadãos. Alguns podem vender algo, outros esperam a condução. E outros que se aproveitam da confusão.

E por muitas vezes ainda há um mobiliário urbano atrapalhando a calçada.

 

28/04/16

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

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Pelas ruas de Natal blogspot

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Bodega Potigual blogspot

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Texto também em:

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso-(maracaja)/o-convite

EaD – Resumen

EaD – Resumen PDF 628

rW7mEsYM

A modalidade de ensino a distância (EaD), tem como argumento principal, o aumento de uma demanda de alunos, que os equipamentos físicos, prédios com salas e professores, não conseguiriam suportar. Não haveria espaço e condições de recebe-los, nos modelos de educação presencial. A modalidade solucionadora do momento (EaD), pela falta de vagas oferecidas nas faculdades. Baseia-se num discurso da pátria educadora. E reforça a sua estratégia declarada, com o aumento da oferta de vagas nas instituições de ensino superior. Estendendo-se ao nível médio com formação de novos técnicos, com novos cursos profissionalizantes.

Aumento nas vagas de graduação, e criação de vagas na pós-graduação. O uso da mais valia sobre o trabalho de professores e de orientadores. A possibilidade da flexibilidade de horário, se confunde com as grades de horários, na jornada semanal. Pela tela do computador, o trabalho fora da classe.

Mas por outro lado, com o aumento de alunos, inflaciona o mercado de formandos na graduação, tornando necessário uma pós-graduação, para destacar-se entre os formados. A pós-graduação, que era vista como um aumento de conhecimento dado aos pós-graduandos, oferecendo os títulos de especialistas, mestres e doutores, termina por ser uma complementação dos cursos de bacharelados e licenciaturas. O que se torna uma facilidade no ingresso, torna-se uma dificuldade no desenvolvimento. A busca de um orientador que se disponha a prosseguir suas ideias. E o orientador em busca de um orientando, para continuar suas pesquisas e seus projetos. O aluno orientando como ferramenta de pesquisa.

Com cursos de nível tecnológico, cursos superiores de menor duração, o foco e o destaque, é o convencimento de que os alunos formados estarão aptos a prestar concursos públicos, onde o terceiro grau é uma exigência. Poderão assim concorrer a vagas de cadastro de reserva, com direito a postergações de validades progressivas.

E a EaD é declaradamente uma estratégia de educação continuada, uma educação permanente. Formando, especializando e capacitando, formados e não formados, profissionais e não profissionais. A estratégia de um grupo dominante mantido a distância de professores e alunos. A estratégia de um pequeno grupo dominar um grande grupo, na condição de alunos. Graduados se tornam alunos, por um modelo de dominação autorizada e consentida. Alunos que dão poderes a professores e orientadores, de julgar seus trabalhos e suas pesquisas.

Ao mesmo tempo que graduados ingressam em um curso de pós-graduação, aumentam as possibilidades e aumentam as exigências. A obrigatoriedade de produzir um conhecimento, encontra barreiras, de divulgar conhecimentos criados e adquiridos. E vem a necessidade de estar em sala de aula. Ter um grupo a sua frente, onde possa passar seus conhecimentos.

A hierarquia dentro da escola, onde o aluno ingressa como aluno e será sempre um aluno, nunca estará formado, com uma formação plena, dentro dos muros da universidade. Tal como o soldado que ingressa nas forças armadas, ainda que tendo planos de ascensão e de carreira será sempre um subalterno, perante os oficiais, classificados também, como oficiais subalternos e oficiais superiores, dentro dos muros dos quarteis. Oficiais que se destacam e se separam por dourados e platinas sobre os ombros, enquanto praças levam suas divisas nos braços. Alunos e professores, mestres e doutores, tem seus títulos e diplomas enrolados em canudos. Quanto mais raros são mais valiosos.

Karl Marx (1818-1883), produziu um conhecimento, sem fazer parte da tão afamada academia. Não fez carreira acadêmica. Mas teve como amigo Friedrich Engels (1820-1895), e como parceira conjugal Jenny von Whestphalen (1814-1881), que frequentou a academia. Marx aprendeu com Engels e Jenny, pensar como pensa a academia. Observou normas, regras e comportamentos. E escreveu seus pensamentos e suas teses, tal como se escreve na academia, a linguagem reconhecida por mestres e doutores. Uma modalidade de escrita, o conhecimento cientifico, que não é mais que um estilo literário. A análise do passado, buscando formulas de repetição de fatos e fenômenos. Dos dados catalogados tentam prever o futuro. Ainda que o presente seja sempre modificador, determinando mudanças no futuro projetado.

RN, 25/04/16

 

por

Roberto Cardoso (Maracajá)

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Reiki Master & Karuna Reiki Master

Jornalista Científico

FAPERN/UFRN/CNPq

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Um grupo com olhares críticos e construtivos

Um grupo com olhares críticos e construtivos
PDF 617 

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Em um espaço cheio de livros, no mesmo local já citado anteriormente em outros textos, em um mesmo dia da semana (quinta-feira). E já vemos aqui o início de uma repetição de fatos e locais, e até de algumas pessoas presentes naqueles momentos. Pessoas se reuniram para fazer um olhar crítico, com objetivos construtivos. Aluísio Azevedo, o livreiro que faz parte de algumas academias as margens do rio Potengi, cedeu a palavra para dois personagens editoriais e literários, com pautas anteriores em jornais e revistas (José Correia e Tácito Costa). Mas desta vez o grupo reunido mostrou-se restrito, nem chegou a uma dezena, mas passou de meia dúzia. Os acadêmicos gostam de números para fazerem suas estatísticas, e chegarem a conclusões sobre um gráfico. O princípio do pensamento cartesiano. Dizem que as repetições indicam as futuras repetições dos fatos, tudo provado cientificamente e estatisticamente. Tal como a cartomante que interpreta as linhas, por repetições não anotadas através de estatísticas, mas usam a oralidade, uma outra forma de transmitir conhecimentos.
Na plateia um grupo restrito, uma dupla representando o seguimento feminino, e um quarteto representando o seguimento masculino. Mais os principais que foram já citados. De modo simples havia uma paridade, uma representatividade entre alguns seguimentos. Entre escritores e leitores; editores e livreiros; entre uns e outros. E outros seguimentos não pesquisados a que pertencem os que estavam ali presentes. De uma apresentação citada na agenda, transcorreu o evento como uma mesa redonda, sem coordenador ou mediador. O princípio do respeito da ordem e da fala. E com um grupo pequeno, em uma mesa redonda, usemos o baralho apontando uma dupla e uma quadra. Um par de damas e um four de valetes. Mais a trinca de Ás, que deram início ao jogo.
Uma dupla feminina, as damas. Uma escritora professora, apresentadora mediadora, com cadeira na União Brasileira de Escritores (Jania Souza). E uma advogada, que no nome traz a verdade, com atividades culturais e literárias junto a população carcerária (Guiomar Veras). Escritoras e leitoras, de bulas, receitas e livros. Mães e filhas.
A quadra masculina, os valetes. Um escritor farmacêutico (Damião Gomes), do antigo grupo dos hospitaleiros, quando se originou os atuais hospitais, onde faz o seu trabalho. Um escritor bancário (Marcos Campos) e um escritor de livros infantis (Sebastião Bortoni), dando vida aos personagens de Monteiro Lobato. Um tal de Maracajá (Roberto Cardoso), que dizem ser um cronista, que agora aqui vem traçando essas linhas. E sobre uma mesa de feltro verde, podemos apresentar outros jogos. Algumas cartas já estão no lixo sobre a mesa, enquanto outras ainda podem ser compradas no baralho, com novas rodadas todas elas voltam para o jogo. Basta juntar e embaralha-las, distribui-las, e construir novos jogos.
Sob um olhar crítico percebe-se que no RN, vem formando e formatando diversos festivais. Um festival de festivais em torno da leitura e do livro. Lembrando um festival de bichos, onde já apontamos um Galo, um Preá e um Maracajá. Poderíamos até apontar uma Caravela, que pode ser, um ser vivo no mar ou uma embarcação. Substantivos singulares e plurais.
O festival dos festivais. Festival bibliotecário e festival gráfico, festival editorial e literário, do estado do RN. E o festival do perdido leitor, tal como uma caravela ao sabor do vento. Mas uma caravela controlada pode trazer e levar conhecimentos. Foi assim que os ingleses conquistaram os mares e o conhecimento.
Por falta de capa dura e de orelha na capa, diversas ações em torno do livro vão acontecendo, no RN. E por falta de índice e introdução; apresentação e glossário. Leitores e escritores vão ficando perdidos com as folhas ao vento. Fato muito comum na Era da informação. É preciso encadernar ideias e páginas, para formar um conhecimento.
Tem festival na capital do litoral, e na capital do interior. Tem festival nas praias do Sul e nas praias do Norte. Festival com feira internacional e feira artesanal, feiras em terras de cangaceiros e terras de pipas. Feiras na tromba e no rabo do elefante, nas costas e nas pernas, na barriga do paquiderme norte-rio-grandense. Do cordel ao livro eletrônico; do artesanal ao PDF.
Mas, para entendermos a situação do RN, usemos a história. O RN na esquina do continente recebe em sua história diversos povos, de outros continentes, que chegaram com os ventos. Os que não tinham registros na história contadas em livros, já estavam em terra firme: potiguares e caicós, janduis e jucurutus, e outros povos indígenas. Muitos deixaram registros em pedras e rochas, já promovendo seus festivais literários.
Os que chegaram escrevendo, fazendo registros com tinta e papel foram os portugueses e holandeses. Com arquitetura e engenharia deixaram construções além dos livros e documentos escritos. Inscreveram sua história com o uso das pedras e cimento, criando estruturas fortificadas. Se os povos que chegaram, não foram até as rochas do interior, as rochas em forma de pedras chegaram até eles. Não escreveram em rochas mas usaram as pedras para construir uma linguagem. Usaram a arquitetura, uma antiga forma de literatura.
As primeiras embarcações podem ter chegado ali perdidas, em Natal/RN. E com o uso da escrita, podem ter alterado a história dizendo serem seus objetivos, calculados por estrelas e astrolábios. Depois das naus e caravelas, vieram os vapores, movidos por caldeiras. E depois chegaram os navios, movidos por óleo diesel. Os primeiros aviões vieram nos rastros deixados por embarcações. E chegou Saint Exupéry, aviador e escritor, com os primeiros voos franceses que deram origem a Air France. Natal foi ponto de apoio de voos entre Europa e EUA. Foi porto e aeroporto para povos navegantes. E depois dos aviões postais e comerciais, os aviões militares pousaram em Parnamirim Feeld. Natal vem ao longo de sua história sendo um porto e um aeroporto, recebendo outros povos que navegam pelas correntes de ventos. Hoje fala-se em ter um HUB, para receber os enormes aviões, em outro capítulo na história da navegação (aérea ou marítima). Ainda que diferente, a história se repete, questões de pontos de vistas.
Antes do homem conhecer e estudar, usar os ventos, as aves de já conheciam e usavam nas épocas de migração. Aves podem voar usando sensores magnéticos e correntes de ventos. As naus e caravelas observavam as aves e a bussola, as nuvens e os ventos. E diz a geologia que um dia os continentes eram mais próximos, dando oportunidades a homens e animais de atravessar as faixas de água, que hoje são salgadas.
Natal é uma cidade influenciada pelos ventos. Ventos que aportam outros povos, e pensamentos. E daí tantas ideias ao mesmo tempo, provocando regiões de altas ou baixas
pressões, dependendo da temperatura. E tal como o tempo é incerto, ora chuva e ora sol, seguem as ideias e pensamentos com tempestades de ideias (braimstorming).
Texto para: Substantivo Plural  

Texto publicado em:

http://www.publikador.com/cultura/roberto-cardoso(maracaja)/um-grupo-com-olhares-criticos-e-construtivos

http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/2016/04/um-grupocom-olhares-criticos-e.html

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Procura-se um trunfo para o HUB/RN

Procura-se um trunfo para o HUB/RN 
PDF 608

 

As decisões estão sempre postergadas, adiadas para um momento mais propicio. A busca de interesses, pelos próprios interessados, colocando-se como vítimas. Primeiro um aeroporto novo era uma necessidade da Copa. E o estado e a capital, ficariam com o legado, com operações aeroviárias, com empresas instaladas a sua volta. Empresas ligadas a exportação e ao comercio exterior, no modelo moderno, com um novo conceito de aeroporto, embarcando e desembarcando cargas, passageiros, produtos e principalmente ideias. Um hub tal como um roteador, ligado a computadores e ligado à internet. Um aeroporto conectado com o mundo, e com outros HUBs, fazendo links entre cidades e países.
Muitos disseram ser um interesse em vender e valorizar terras, abandonar um aeroporto pronto e reformado, para construir um novo no meio do mato. Um legado da Copa que não ficou pronto para a Copa, ficou uma pista isolada sem avenidas de acessos, eram apenas picadas abertas no meio da mata, com terra e lama. Sem sinalizações de acesso. E precisou da ajuda do então abandonado Aeroporto Augusto Severo em Parnamirim. O aeroporto fechado serviu como alternativa para comitivas que queriam um desembarque restrito. A comitivas ali pousaram com receptivo restrito e circulação do aeroporto para cidade, com pista de asfalto, em estilos presidenciais. O novo aeroporto não ficou pronto para a Copa e não estará totalmente pronto para as Olimpíadas. Enquanto isto estatísticas alvissareiras são informadas, sem descrever formas ou critérios de investigação e avaliação. A tentativa de manter o aeroporto nas alturas. Com pistas de pouso e decolagem paralelas, já chegam resultados de colisões quase acontecidas em Brasília.
Depois foi a questão do QAV, que as Cias. Aéreas diziam ser de valor exagerado, não compensando voos para Natal, que precisassem de reabastecimento. O governo estadual abriu mão de seus ganhos e reduziu alíquotas na cobrança de impostos. Depois foi a falta de estrutura nos acessos ao aeroporto. E tantas outras desculpas pousaram e decolaram do novo aeroporto. A Lan e a TAM não se definem, se pousam e voam juntas ou separadas, a cada semestre é lançada uma nova data. Somados aos problemas, os lamentos da operadora do terminal.
A dupla de maiores fabricantes de aeronaves, Airbus e Boeing (Europa e EUA), disputam o mercado de acordo com a demanda, de passageiros e combustível. Aviões modernos com maior capacidade e maior autonomia, fazem voos diretos diariamente de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, para aeroportos de maiores interesses na África, Europa e EUA. Para o passageiro que deseja um voo direto, não interessa um HUB, com baldeações e conexões. E para a tecnologia aeronáutica interessa aviões com maior capacidade e maior alcance,
para quem sabe no futuro construir naves espaciais para passageiros, que queiram ir à Lua ou dar uma volta ao redor da Terra. Outros podem preferir ir a Marte.
A Azul Linhas aéreas, e a TAP-Air Portugal já conseguiram formalizar as suas estratégias, fizeram seus acordos de compra e venda de ações e usos de aviões. A Azul estabeleceu sua base em Recife. E a TAP-Air Portugal, que já conhece a Europa, tem condições de desembarcar passageiros estrangeiros em Recife, dando oportunidade a Azul de distribuir encomendas, cargas e passageiros entre os aeroportos brasileiros. Simplificando, estabeleceram em REC o seu HUB em parceria. Com a aliança TAP/Azul, surge a possibilidade de uma ponte rodoviária ente Recife e Natal.
O governador do RN, sr Robinson Faria, antes de viajar para a Colômbia, terra de berço da Avianca, afirmou ter um trunfo para o HUB de Natal.  Fez uma viagem internacional para descobrir o que era possível saber e conhecer pela net ou pelo SEDEX. No estilo ministro de relações exteriores ou representante comercial, tentou fazer acordos de voos entre Bogotá e Natal, talvez para em uma próxima viagem, de ver o que não viu, poderia usufruir de um voo direto. Mas não haverá como reclamar de existir uma conexão com Cali, Cartagena ou Medelín.
E Natal continua à espera de ter um HUB, pois é sempre citada como ponto estratégico. Já teve título de Trampolim da Vitória na Segunda Grande Guerra. Já teve título de cidade espacial com a Barreira do Inferno. Já foi porto de abastecimento antes da abertura do canal do Panamá. E vem perdendo o legado de ser um ponto estratégico, para interesse de outros países, que cada vez voam mais alto.
Natal perde para Alcântara/MA e São Gonçalo do Amarante/RN, na logística interna. Embora enquanto o aeroporto internacional esteja localizado na Região Metropolitana, ainda será reconhecido internacionalmente como Natal. Lembrando a ocupação dos holandeses New Amsterdam Terminal – NAT.

Procura-se um trunfo, ou uma nova desculpa para o HUB/RN
Texto publicado em:
http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/procura-se-um-trunfo-para-o-hub-rn
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HUG BUG do Amarante
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RN, 29/03/16
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114 anos de história e geografia

114 anos de história e geografia
PDF 611 

IR Abr 16 p27
Enquanto uma revista proporciona a notícia e a informação, instituições tem por meta, objetivo e responsabilidade, guardar o conhecimento e a informação. Tudo o que é notícia e informação pode se transformar em conhecimento. E o que é geografia hoje, torna-se história ao longo do tempo.
Nas modalidades de escritas como história e geografia, criam-se livros e revistas, ensaios e artigos. Poesias, contos e crônicas, entremeados de informações e conhecimento. E instituições podem ter como objetivo, buscar meios e processos de arquivar o conhecimento, baseado em informações. O conhecimento que circula nas ruas e nos livros. Não importando a sua forma oral ou escrita, o conhecimento precisa ser guardado, arquivado, recursos para o conhecimento de gerações futuras. E seus associados e colaboradores tem um compromisso de manusear as informações transformando em conhecimento.
O IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou 114 anos (29/03/16) de existência. E acompanha o ritmo do tempo. Fundado no início do século passado, hoje entra na era de nomes diversos. Era da informática, Era da informação ou Era do conhecimento. E todo seu acervo vem sendo digitalizado, evitando o desgaste do tempo, da Era da imprensa ou Era da escrita. O acervo composto basicamente de papeis, escritos, manuscritos ou impressos, em formato de jornais ou de revistas. Livros e livros em prateleiras de infindáveis estantes. O registro histórico do estado.
O IHGRN completou 114 anos. E Ormuz Barbalho recebeu as chaves da casa que estavam com Valério Mesquita. Diante de Valério e Jurandyr Navarro, o antecessor de Valério, formando a galeria dos ex-presidentes vivos, Ormuz assumiu o comando do próximo triênio (2016/2019) da casa de cultura mais antiga do RN.  A casa da memória potiguar que participou Luís da Câmara Cascudo. Ormuz Barbalho o atual fiel depositário do conhecimento e da informação, da cultura no RN.
IHGRN por 114 anos gerando, guardado e difundindo o conhecimento. Informática em Revista 10 dez anos transferindo conhecimento. Ambos a partir de uma mesma cidade. Uma cidade com a promessa de um HUB, para novos processos de ocupação estrangeira. Já aconteceu com o porto e o antigo aeroporto, no início dos tempos de navegação aérea e marítima. Um HUB é um novo conceito de aeroporto, para embarque e desembarque de pessoas, ideias e mercadorias.
A cidade já referenciada pela ocupação dos índios, como população primitiva e nativa, terra de potiguares. Uma ocupação dos holandeses, com atos de massacres e batalhas, a Nova Amsterdã. Uma ocupação por americanos, em atos de acordos internacionais, Trampolim da Vitória. Uma ocupação com objetivos espaciais, na Barreira do Inferno, com participação do INPE e da NASA. Uma cidade que dizem fazer ponte com a China.

Publicado em Informática em Revista – Abril/2016
RN, 31/03/16
por Roberto Cardoso (Maracajá)

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