Um HUB que ainda não aconteceu

Um HUB que ainda não aconteceu + Anexos

PDF 680

Os noticiários apontam os Correios interessados em implantar um HUB Postal, com o uso do novo aeroporto, construído para ser um HUB de empresas aéreas. E com a crise anunciada as empresas aéreas vão postergando suas decisões, aguardando o aquecimento do mercado e novas vantagens proporcionadas pelos estados, que travam um disputa.

 

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Textos sobre o tão esperado HUB em Natal/RN

Enquanto o anunciado HUB não acontece, detalhes vão sendo observados. Detalhes que ultrapassam a área de cobertura e abrangência de um radar ou um aeroporto. Com novos aviões de capacidades calculadas, para cobrir longas e médias distancias, cada vez se torna desnecessário um HUB como anunciado e esperado. E alguns textos vão sendo escritos sobre o HUB de São Gonçalo do Amarante/RN, que abriga o aeroporto internacional de Natal/RN.

   

Acione transponder

PDF 437      

27/07/15

AIREP XY 001 FL 1200 …

PDF  461

E se Natal não tiver HUB ??

PDF 583

24/02/16

E se Natal não ganhar um Hub…

PDF 584   

25/02/16

HUG BUG!

PDF 403

15/06/15

HUG BUG! HUG BUG!

PDF 412

28/06/15

HUG BUG do Amarante

PDF 76

O BUG do HUG

PDF 451

Procura-se um trunfo para o HUB/RN

PDF 608

(Lan+Tam): Saída pela esquerda

PDF 619

(Lan+Tam): Saída pela esquerda

PDF 619

   

Enquanto a LATAM (Lan+Tam) posterga sua decisão de instalar-se em Hub no Nordeste, outras empresas aéreas vão preparando seus acordos e estratégias, para ganhar passageiros. Compartilham e aumentam suas rotas e suas frotas. Preparam seus cronogramas de horários coincidentes, facilitando conexões e transferências. Compartilham passageiros sem criar novas empresas.

A junção da TAM, empresa aérea nacional, com a Lan Chile, uma empresa aérea chilena, formara a LATAM. Com o argumento e a história de criar um HUB no Nordeste, a princípio em Natal/NAT, no aeroporto localizado em São Gonçalo do Amarante/RN, na onda da Copa do Mundo [no Brasil]. Com decisões políticas, que chamaram de estratégicas, o aeroporto foi retirado de Parnamirim/RN (SBNT), onde tinha o nome de Augusto Severo, referência nacional da aviação, e foi transferido para outro (SBSG), ganhado um nome político de Aluízio Alves. E com a entrada de Recife/REC e Fortaleza/FTZ na disputa de um HUB, a indecisão tomou conta da LATAM, que toma decisões no ar, enquanto a equipe terrestre fica olhando para cima, vendo os aviões passarem no espaço aéreo de Natal.

A Azul (ideia americanizada) junto com a TAP/Air Portugal, fizeram acordos e parcerias. A TAP/Air Portugal ocupa a porta de entrada da Europa, enquanto a Azul ocupa a malha aérea no Brasil. A Azul transferiu sua base para Recife, que facilita o embarque para a Europa. E a TAP/Air Portugal que já tem seu HUB em Lisboa, também tem uma malha aérea servindo toda a Europa.

A Avianca Brasil, fez acordo com a Ethiopian Airlines, para voos em parceria. A Avianca saiu de mansinho da Colômbia e instalou-se no Brasil, engolindo a OceanAir. E a Ethiopian, uma das maiores frotas do continente africano, tem três voos semanais para São Paulo, a partir de Adis Abeba (Etiópia), onde se pode chegar na Europa e até na China.

E enxergamos agora um novo estilo de HUB, um HUB discreto em território nacional, que embarca passageiros para HUBs internacionais. Um HUB brasileiro precisa de outro HUB, em outro pais. Uma empresa sul-americana não pode ganhar todos os passageiros. E criaram a ideia que poderia surgir e sobreviver sozinho, criando divisas para o território brasileiro, poderia criar inúmeros empregos e diversas empresas.

Restará então para a LATAM, uma saída pela esquerda, tal como o Rei da Montanha, um desenho animado, quando se encontra encurralado. E a estratégia pode ser uma saída pelo Pacifico, com um Hub em Santiago do Chile, a terra da Lan Chile, cabendo a TAM, fazer as linhas internas no Brasil e com o Chile. Poderá ter voos para a China e para o Japão com escala no Havaí. E o marketing mostrará o quanto isto pode ser bom, para chilenos e brasileiros. Para o continente conquistado e explorado pelos europeus, seguidos pelos norte-americanos.

Saída pela esquerda, diria o Leão da Montanha; saída por bombordo diria a tripulação; e saída pelo Oeste, diriam os geógrafos e os cartógrafos. E Natal? Vai sair por onde? Continuará na eterna posição e condição, de ponto estratégico, aguardando novas invasões e novas ocupações. E quem sabe, novas enganações, já se fala em polo tecnológico, com incentivos fiscais, na cidade noiva do Sol, e enganada pelos ventos.

Texto publicado em:

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/lan-tam-saida-pela-esquerda

RN, 11/04/16

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Procura-se um trunfo para o HUB/RN

PDF 608

As decisões estão sempre postergadas, adiadas para um momento mais propicio. A busca de interesses, pelos próprios interessados, colocando-se como vítimas. Primeiro um aeroporto novo era uma necessidade da Copa. E o estado e a capital, ficariam com o legado, com operações aeroviárias, com empresas instaladas a sua volta. Empresas ligadas a exportação e ao comercio exterior, no modelo moderno, com um novo conceito de aeroporto, embarcando e desembarcando cargas, passageiros, produtos e principalmente ideias. Um hub tal como um roteador, ligado a computadores e ligado à internet. Um aeroporto conectado com o mundo, e com outros HUBs, fazendo links entre cidades e países.

Muitos disseram ser um interesse em vender e valorizar terras, abandonar um aeroporto pronto e reformado, para construir um novo no meio do mato. Um legado da Copa que não ficou pronto para a Copa, ficou uma pista isolada sem avenidas de acessos, eram apenas picadas abertas no meio da mata, com terra e lama. Sem sinalizações de acesso. E precisou da ajuda do então abandonado Aeroporto Augusto Severo em Parnamirim. O aeroporto fechado serviu como alternativa para comitivas que queriam um desembarque restrito. A comitivas ali pousaram com receptivo restrito e circulação do aeroporto para cidade, com pista de asfalto, em estilos presidenciais. O novo aeroporto não ficou pronto para a Copa e não estará totalmente pronto para as Olimpíadas. Enquanto isto estatísticas alvissareiras são informadas, sem descrever formas ou critérios de investigação e avaliação. A tentativa de manter o aeroporto nas alturas. Com pistas de pouso e decolagem paralelas, já chegam resultados de colisões quase acontecidas em Brasília.

Depois foi a questão do QAV, que as Cias. Aéreas diziam ser de valor exagerado, não compensando voos para Natal, que precisassem de reabastecimento. O governo estadual abriu mão de seus ganhos e reduziu alíquotas na cobrança de impostos. Depois foi a falta de estrutura nos acessos ao aeroporto. E tantas outras desculpas pousaram e decolaram do novo aeroporto. A Lan e a TAM não se definem, se pousam e voam juntas ou separadas, a cada semestre é lançada uma nova data. Somados aos problemas, os lamentos da operadora do terminal.

A dupla de maiores fabricantes de aeronaves, Airbus e Boeing (Europa e EUA), disputam o mercado de acordo com a demanda, de passageiros e combustível. Aviões modernos com maior capacidade e maior autonomia, fazem voos diretos diariamente de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, para aeroportos de maiores interesses na África, Europa e EUA. Para o passageiro que deseja um voo direto, não interessa um HUB, com baldeações e conexões. E para a tecnologia aeronáutica interessa aviões com maior capacidade e maior alcance, para quem sabe no futuro construir naves espaciais para passageiros, que queiram ir à Lua ou dar uma volta ao redor da Terra. Outros podem preferir ir a Marte.

A Azul Linhas aéreas, e a TAP-Air Portugal já conseguiram formalizar as suas estratégias, fizeram seus acordos de compra e venda de ações e usos de aviões. A Azul estabeleceu sua base em Recife. E a TAP-Air Portugal, que já conhece a Europa, tem condições de desembarcar passageiros estrangeiros em Recife, dando oportunidade a Azul de distribuir encomendas, cargas e passageiros entre os aeroportos brasileiros. Simplificando, estabeleceram em REC o seu HUB em parceria. Com a aliança TAP/Azul, surge a possibilidade de uma ponte rodoviária ente Recife e Natal.

O governador do RN, sr Robinson Faria, antes de viajar para a Colômbia, terra de berço da Avianca, afirmou ter um trunfo para o HUB de Natal.  Fez uma viagem internacional para descobrir o que era possível saber e conhecer pela net ou pelo SEDEX. No estilo ministro de relações exteriores ou representante comercial, tentou fazer acordos de voos entre Bogotá e Natal, talvez para em uma próxima viagem, de ver o que não viu, poderia usufruir de um voo direto. Mas não haverá como reclamar de existir uma conexão com Cali, Cartagena ou Medelín.

E Natal continua à espera de ter um HUB, pois é sempre citada como ponto estratégico. Já teve título de Trampolim da Vitória na Segunda Grande Guerra. Já teve título de cidade espacial com a Barreira do Inferno. Já foi porto de abastecimento antes da abertura do canal do Panamá. E vem perdendo o legado de ser um ponto estratégico, para interesse de outros países, que cada vez voam mais alto.

Natal perde para Alcântara/MA e São Gonçalo do Amarante/RN, na logística interna. Embora enquanto o aeroporto internacional esteja localizado na Região Metropolitana, ainda será reconhecido internacionalmente como Natal. Lembrando a ocupação dos holandeses New Amsterdam Terminal – NAT.

Procura-se um trunfo, ou uma nova desculpa para o HUB/RN

Texto publicado em:

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso-(maracaja)/procura-se-um-trunfo-para-o-hub-rn

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HUG BUG! HUG BUG!

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E se Natal não ganhar um HUB

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso/e-se-natal-nao-ganhar-um-hub

E se Natal não tiver HUB

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Uma cidade baseada em planos, e um plano para Natal

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HUG BUG do Amarante

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RN, 29/03/16

por Roberto Cardoso (Maracajá)

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Procura-se um trunfo para o HUB/RN

PDF 608

Texto publicado em:

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E se Natal não ganhar um Hub…

PDF 584   

Quais os caminhos deverão ser tomados; e quais os voos deveram ser alçados com a ausência de um Hub? Observando a Grande Natal, podemos observar espaços que já foram ocupados e depois perdidos. Perdidos no tempo, ou para outros povos, ou grupos. Quais serão as novas expectativas com uma não implantação de um hub internacional. Deve-se abortar uma decolagem ou arremeter um pouso? Também existe a opção de ficar vendo as aeronaves passarem, deixando trilhas de condensação.

Um avião começa sua jornada com um plano de voo. Marca destinos e rotas sobre um mapa. Escolhem rotas e pistas alternativas para qualquer eventualidade, o chamado plano B, e se possível o plano C. Tudo com o controle das torres que estão no solo.

Pistas e aeroportos mais ao sul de SBSG/NAT, já oferecem vantagens em pousos e decolagens para aviões cargueiros. Aeroportos localizados próximos a grandes capitais com grande concentração populacional, um maior mercado para produtos importados, facilitando uma logística. E os novos aviões cada vez mais se apropriam de novas tecnologias, com redução do consumo de combustível, melhor aerodinâmica, maior capacidade de carga e maior autonomia. Cada vez mais torna-se desnecessário uma pista na esquina continental. Aviões cruzam o espaço aéreo de Natal/RN, sem a necessidade de pousos para abastecimento, troca de tripulação, ou revisões técnicas, antes ou depois de atravessar o oceano.

Mas Natal tem uma história, ao longo do tempo, gravada na linha da história da ocupação do continente. Natal é um ponto geográfico e estratégico, entre o Velho e o Novo Mundo. O mundo já deixou bem claro ser um ponto sempre CAVOK, com portos e aeroportos.

Entre escolhas e não escolhas, entre decisões estratégicas e decisões políticas, e até militares, está na hora de escolher novas alternativas. Para um avião procedente do exterior, escolher uma pista entre NAT, REC ou FTZ, não influencia a sua autonomia. O passageiro pode fazer uma conexão ou uma baldeação, trocando de equipamento e de companhia. O importante é a carga que precisa encontrar uma logística. Mercadoria em transito é dinheiro parado, diferente de passageiro.

Está na hora de revisar a história e descobrir o que Natal ou o RN, podem ganhar com a ausência de um Hub. A busca de estratégias e alternativas. Novas rotas e outras pistas. Natal, na extremidade do RN, sempre foi um ponto estratégico para o mundo. Começando com a capitania hereditária do Rio Grande; o marco de Touros e a fortaleza dos Reis Magos. Europeus demarcaram e desembarcaram. Fizeram incursões e excursões, pesquisaram e enterraram suas botijas, caso um dia voltassem. Há muitas marcas de violências e presenças dos estrangeiros na Grande Natal. Deixaram marcos e marcas de pedras e caminhos. Deixaram marcas com manchas de sangue e massacres.

Na ocupação da terra depois de carimbada e protocolada, iniciaram uma agricultura. Usaram inicialmente o cultivo da cana de açúcar para estabelecer uma presença com grandes áreas cultivadas, ao longo da costa. A estratégia de vigiar o continente, com o pessoal no plantio e na colheita. A cana e o açúcar com grande valor econômico, justificava uma defesa. Construiu-se um forte que alguns chamam de fortaleza, por critérios administrativos, militares e de defesa. Uma guarnição militar vigiando as terras que poderiam ter outras riquezas. Localizada na esquina de um grande rio e o mar, vigiando quem se dispusesse a adentrar.

Com usinas de cana de açúcar e criação de algum gado para movimentar as moendas, foi possível produzir açúcar, cachaça e rapadura, ingredientes necessários aos sertanistas. Ingredientes básicos para instalação de um povo. Enquanto alguns ficariam na beira da praia de frente para a linha do horizonte, outros se embrenhariam no sertão em busca de outras riquezas. Com farinha, peixe e carne, mais o sal, já era possível manter pessoas na terra, sem a necessidade de buscar produtos nos países de origem. Com rapadura, charque e farinha as incursões na terra estavam garantidas. Com farinha, fé e rapadura cumpriram uma missão. E assim foi durante o período do Brasil Colônia, Brasil Império, chegando ao Brasil Republica. Com a republica vieram as guerras. A representatividade do Brasil nos campos de batalhas, em outras terras. Disputas entre os colonizadores.

Logo após a primeira Grande Guerra, restaram muitos aviões, a invenção de um brasileiro, com os primeiros voos na Europa. Com objetivo dar um uso civil aos aviões utilizados na findada guerra, Pierre Latécoère, um francês, usou os aviões para criar um correio aéreo postal entre a Europa e América do Sul, criou a Aeropostale, que hoje está estampada em camisas e camisetas. Fernando de Noronha e o rio Potengi foram pontos importantes na chegada de hidroaviões. Depois chegaram os aviões com maior autonomia e o uso de pistas. E na zona Norte de Natal foi aberta uma pista. Um tempo onde todo estrangeiro era denominado de inglês, daí o nome de cemitério dos ingleses.

Na segunda Grande Guerra chegaram os americanos, construindo pátios e uma pista. Montaram esquadrilhas e esquadrões, com uma infinidade de aviões. Construíram uma base aérea, Parnamirim Feeld, e deixaram o título de Trampolim da Vitória. Uma linha histórica de pesquisa, interpreta a escolha de Natal pelos americanos, não como um ponto estratégico para realizar seus voos, mas, uma estratégia de um ambiente razoavelmente saneado condizente com as exigências da época. Não queriam expor seus soldados a enfermidades de ambientes contaminados. E com as tropas brasileiras antes de desembarcar na Itália, já haviam acordos assinados entres as presidências americana e brasileira, nas margens do rio Potengi. No local conhecido como Rampa, onde chegavam os hidroaviões.

Em Natal/RN, mais precisamente agora em território de Parnamirim/RN, foi um dia instalada a Barreira do Inferno, colocando Natal na corrida espacial. E no campo de experimentos foram lançados os primeiros foguetes para pesquisa atmosférica. Mas depois Natal/RN perdeu o espaço para Alcântara/MA, bem mais próxima da linha do Equador e com menor chances de um acidente grave próximo a alguma cidade. E o link entre Natal/RN e São José dos Campos/RN, o local dos cálculos e pesquisas, o link acabou. Mas enquanto o Brasil fazia testes com pequenos foguetes a partir da Barreira do Inferno, o mundo já produzia foguetes capazes de colocar satélites em órbitas. Enquanto o povo brasileiro se admirava em ver um foguete subir, estrangeiros já observavam a terra, pelos olhos de satélites. E o americano foi mais longe, e pisou na Lua.

Com aumento das pesquisa e evolução dos satélites, aprimorou-se o olhar, partindo de longe. Além de observar o solo, pesquisaram temperaturas e perfuraram o solo com os olhos. Juntando pesquisas daqui e dali chegaram a conclusões, de camadas atmosféricas e camadas geológicas, tirando conclusões que guardaram para si. Conclusões que nem imaginamos, já que não estamos em suas parcerias, mas podemos ser seus alvos e seus planos.

Talvez Natal/RN seja um bom ponto estratégico para alguma companhia aérea, instalar um Hub. Empresas de transportes e logísticas. Mas pode não ser interessante para os países e empresas que tem outros interesses mais profundos, na Terra, na Lua e no Espaço. E é preciso estar a frente, de ideias e pesquisas. Os mosquitos já vieram na frente.

Em 25/02/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

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Texto disponível em:

http://www.publikador.com/politica/roberto-cardoso/e-se-natal-nao-ganhar-um-hub

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E se Natal não tiver HUB ??

PDF 583

O que restará das expectativas, com uma não implantação de um hub internacional, se as expectativas não forem consolidadas com as empresas esperadas. Deve-se abortar uma decolagem, ou arremeter um pouso? Um avião tem suas rotas e seus destinos, com rotas e pistas alternativas, para qualquer eventualidade, o conhecido e afamado plano B. Tudo ao comando e controle da torre.

Pistas e aeroportos mais ao sul, já oferecem pousos sem custos, para aviões cargueiros. A tecnologia e a industria aeronáutica evolui construindo aviões com capacidades maiores e com maiores autonomias, tornando desnecessário uma pista na esquina do continente. Aviões atravessam o espaço aéreo de Natal, sem a necessidade de pouso técnicos, para reparos ou abastecimentos. Há de se buscar novas alternativas e novas expectativas, para a não concretização de um Hub. Rotas e destinos alternativos. Natal é um ponto geográfico e estratégico. O mundo já deixou bem claro isto, um ponto CAVOK.

Esta na hora de discutir e pensar o que Natal/RN ganha, ou pode ganhar,  não hospedando um Hub. Natal/RN é, e sempre foi um ponto estratégico, para o mundo, vide Fortaleza dos Reis Magos e o marco de Touros, lá próximos a data do descobrimento. Europeus logo deixaram suas marcas estabelecendo suas posses. Pesquisaram, ocuparam, e enterraram suas botijas, caso um dia voltassem. Há muitas marcas de presença de estrangeiros na Grande Natal.

Primeiro deixaram seus marcos e marcas. Usaram inicialmente a cana de açúcar para marcar sua presença, depois inseriram o gado e outras culturas. A atividade pecuária e agrícola marcando a presença na terra. E o açúcar que era entendido como uma riqueza, aumentando a valorização da terra e a sua defesa. Justificou-se assim a presença de um forte, que alguns chamam de fortaleza. Não importando a nomenclatura, a edificação na foz do rio Potengi foi construída para marcar presença e fazer uma defesa. A defesa da terra que poderia ter outras riquezas.

Com usinas de cana de açúcar e criação de gado, foi possível fabricar açúcar e rapadura, charque ou carne de sol, a ração dos sertanistas, que procurariam outras riquezas, embrenhando-se no sertão. Com o conhecimento do indígena, incluiu-se na dieta, a farinha e a tapioca, combinando com a pesca. Com farinha, peixe e carne, mais o sal, já era possivel manter pessoas na terra. Com rapadura, charque e farinha, as incursões estavam garantidas. E assim transcorreu durante o Império e a Republica.

Logo após a Primeira Guerra, Pierre Latécoère, um francês, com a intenção de usar os aviões remanescentes da guerra, criou um correio aéreo postal, a Aeropostale, hoje estampada em camisas e camisetas. Fernando de Noronha e o rio Potengi, tiveram grande importância recebendo os hidroaviões. Depois chegaram os aviões que pousavam em pistas. E uma pista na zona norte de Natal foi construída, para receber os imigrantes, muitos hoje, enterrados no cemitério dos ingleses. No tempo em que todo estrangeiro, era chamado de inglês.

Na Segunda Guerra chegaram os americanos construindo uma base aérea, e deixando o titulo de Trampolim da Vitória, hoje o local pertence a Parnamirim/RN. E a partir do extremo do continente traçaram seus planos. Um vertente histórica entende, que Natal foi escolhida pelas condições de potabilidade e saneamento, não queriam expor seus soldados aos males antigos. Antes do Brasil chegar na Itália, acordos foram feitos às margens do Potengi, entre o presidente brasileiro e o dos americanos.

E em Natal/RN, mais precisamente em Parnamirim/RN, foi instalada a Barreira do Inferno colocando Natal/RN na corrida espacial. No campo de experimentos da Barreira foram lançados os primeiros foguetes de pesquisa atmosférica. Mas perdeu o espaço para a Base de Alcântara/MA, bem mais próxima da linha do Equador. E o link com São José dos Campos/SP foi rompido.

Enquanto o Brasil fazia testes com os primeiros foguetes, o mundo já produzia foguetes capazes de colocar satélites em órbita. E enquanto o Brasil olhava um foguete subindo, outros países já olhavam lá de cima. A tecnologia de observação a partir do espaço, evoluiu, podendo pesquisar o solo e o sub solo. Descobertas de novas reservas minerais, apenas confirmam o que já pode ter sido visto lá de cima. O que tem valor econômico, pode ser manipulado com estratégias de ambiente não salutar, invadido por mosquitos, baixando cotações no mercado internacional. Colocando o pais como um local de risco, para novos investimentos. As plantações, as colheitas e as safras também estão conectadas com satélites. E quem sabe se já não observam o mundo, a partir da Lua.

Talvez Natal/RN seja um bom ponto estratégico para alguma companhia aérea, instalar um hub. Mas pode não ser interessante para os países e empresas que tem outros interesses mais profundos, na Terra, na Lua e no Espaço.

Em 24/02/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

Produtor de conteúdo (Branded Content)

Texto para Substantivo Plural

Um HUB no ar  

PDF 476

Há um HUB sendo articulado e construído no ar, com emissões de bilhetes aéreos em terra. A denominada civilização europeia que chegou com o descobrimento, fez escola e formou alunos, que hoje praticam as estratégias aprendidas com metres exploradores. Retiraram ouro e taxaram com impostos. Tal como o governo de hoje consegue seus ganhos sem trabalhar, apenas taxando quem produz e trabalha, dizendo construir e administrar.

Muitos aprenderam as estratégias de criar lutas internas. Empresas de origem espanhola, já dominam o espaço aéreo comercial nacional, como a Avianca (Colômbia), saindo Ocean Air, e criando a Avianca brasileira. E a Azul tem jeito e cara de Blue. A Lan Chile (Chile), fez acordo com a TAM (Taxi Aéreo de Marilia ou TAM – Transportes Aéreos Meridionais e outras TAMs subsidiarias), a indígena nacional, com um nome para várias tribos.  Formando o grupo LATAM, junto com a Lan. Com a LATAM Group um grupo aglomerado, agora dominando o mercado aéreo do Pacifico e do Atlântico, na América do Sul. E surge a retomada do espaço expandido sobre o acordo do Tratado de Tordesilhas. Os descendentes colonizados de espanhóis estão fazendo o caminho contrário ao caminho das Entradas e Bandeiras. Tal como vem acontecendo na Europa, que recebe de volta suas ocupações, agora com vetores em sentido contrário, sendo chamados de refugiados. A lei de Newton sombreia os países europeus, para toda ação há uma reação igual e sentido contrário.

A TAM faz acordos em terra, beneficiando seus custos, destinos e passageiros. Faz acordos operacionais de manutenções e conexões. Estratégias de reduzir custos com administrações pessoais e operacionais. Reduzir custos de novos embarques, e novas tripulações para seguir com seus passageiros.

Hoje as tribos potiguares, cearenses, e pernambucanas travam uma disputa por um HUB internacional. Cada qual quer o grande pássaro prateado pousando em sua aldeia. Criando situações para serem analisadas, pesquisadas e avaliadas. HUBs em países próximos, na rota para a Europa, disponibilizam conexões entre o Brasil e a Europa. A Ethiopian Airlines é uma companhia aérea da Etiópia, na África, com sede no Aeroporto Internacional Bole em Addis Abeba, e oferece voos diretos para São Paulo.

Natal/RN vem perdendo terreno político na disputa, ainda que continue estratégica. Natal, na extremidade do Rio Grande do Norte, ao longo de sua história viveu e conviveu com outros povos e outras culturas. Abre as portas para novos ocupantes e se desconstrói. Natal a cidade cujo nome lembra nascimento e renascimento, vem em sua história construindo-se e destruindo-se, morrendo, nascendo e renascendo. Assimila influencias e perde as influencias antes adquiridas, não constrói suas raízes. A curva do continente é a ponta do cais, serve apenas para um ponto de breve permanência, e depois arribar, por mar ou pelo ar.

Natal/RN (leia-se: São Gonçalo do Amarante/RN) disputa por um HUB que pode não acontecer, pois estratégias são construídas no ar. Aviões mais velozes com maior autonomia tem a preferência de embarque daqueles que podem pagar, a partir de suas origens até os seus destinos desejados.

NATAL ou LATAN. O bate e volta. A ida e volta, nascimento e renascimento. As necessidades daqueles que chegam. Na tal cidade que já teve um poeta em cada rua, e em cada esquina um jornal. La tan sagrada ciudad y tan disputada ciudad.

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN, 14/09/15

por Roberto Cardoso (Maracajá)

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O BUG do HUG

PDF 451   

Bugou geral o HUB, o tão anunciado e tão esperado. ETA e ETD NIL. Não se sabe onde acontecera a instalação do HUG bugado. Continua nas disputas uma cidade que se divide entre duas cidades, a do Norte e a do Sul, separadas por um rio. E no meio do caminho tem uma ponte, tem uma ponte no meio do caminho. Uma ponte que divide a cidade, as opiniões e as decisões. Divide e discrimina as sociedades urbanas sulistas e nortistas. E ficou uma pista no Norte e outra no Sul. A pista dos sonhos no Sul, o Parnamirim Feeld; e a pista da realidade, de um futuro esperado localizada no Norte. As duas cidades: a cidade do Natal e a cidade de Natal, independente de teorias cascudianas definindo ou declarando a preposição correta. A cidade já nasceu bugada sem saber se era portuguesa ou holandesa, com influencias indígenas.

A pista de Parnamirim (S) ficou fechada (CLOSED) para pousos e decolagens, dando como alternativa para São Gonçalo do Amarante (N) com o METAR da hora indicando CAVOK. São Gonçalo OK em LANDING SURFACE, mas não autorizou o PUSHBACK, continua em STAND BY. E continua a indecisão entre as cidades natalences, localizadas na Grande Natal ou na Região Metropolitana de Natal. O que era bugado, bugou geral.

Uma trilha de condensação ficou cravada nas altas camadas onde ficam os cyrrus. Em meio a fuselagens e envergaduras, a busca de um Gol no HUG para não ficar BUG: American Airlines ou US Airways; Oceanair ou Avianca. Trip ou Azul; Azul ou Blue; ECT ou DCT; Latam ou Matal, Natal ou Latan.

RETROCESSO REMOLCADO NO APROBADO. Ainda depende das pesquisas e das conclusões encomendadas, por aqueles e daqueles que estão no comado da tripulação: no início da rota, no meio da triangulação, ou no destino final. A triangulação AS/BRA – EUA – UEE. A decisão está nas mãos e nas rotas de outras naves e aeronaves, no manche da UEE e EUA, um dos quais dominará o embarque e o destino final: AS/BRA. Um dia a decisão esteve nas mãos de Portugal e Espanha com os comandantes da navegação marítima: Colombo e Cabral. E dividiram o mundo ao meio com o Tratado de Tordesilhas, cada um ficou com um lado. Hoje o comando está nas mãos das empresas como IATA e ICAO. Em terras brasileiras estão no comando: Papa Tango e Papa Fox Lima, com interferências de Lima Índia Sierra e Fox Hotel Charlie.

Pelos mares chegam os Galeões (GIG), depois de correr por um Rio de Janeiro. Em terra os empresários e políticos discutem exercem seus poderes com Viracopos (VCP), e outras garrafas, com alguns galinhos de Campinas. Pelos ares passam as Congonhas (CGH), Bandeirantes (C- 95) e Tucanos (T-25), sobrevoando a capital, com escalas no planalto central em BSB.

NAT/SBNT

QRA Nome da estação e nome do operador

QAR Abandonar a escuta.

NIL nada e nenhuma informação.

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN, 18/08/15

Roberto Cardoso (Maracajá)

Reiki Master & Karuna Reiki Master

Plataforma Lattes http://lattes.cnpq.br/8719259304706553

Textos disponível em

http://www.publikador.com/historia/maracaja/2015/08/o-bug-do-hug/

http://www.publikador.com/historia/maracaja/2015/08/o-bug-do-hug/

Textos correlatos

Vivendo de sal, turismo e vento

http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/07/vivendo-de-sal-turismo-e-vento/

Acione transponder

http://www.publikador.com/humor/maracaja/2015/07/acione-transponder/

O Velho truque da dominação simbólica

http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/06/o-velho-truque-da-dominacao-simbolica/

HUG BUG

http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/06/hug-bug/

HUG BUG HUG BUG

http://www.publikador.com/politica/maracaja/2015/06/hug-bug-hug-bug/

HUG BUG do Amarante

http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/5346897

Outros textos:

http://www.publikador.com/author/maracaja/

http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=173422

http://www.publikador.com/author/rcardoso277/

http://www.informaticaemrevista.com.br/

http://issuu.com/robertocardoso73

Acione transponder

PDF 437      

LATAM 001> Bom dia solo Natal, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, Bom dia, prossiga.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Chegando Natal alguns minutos

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, já identificamos aeronave em tela. Consulte manual. Acione transponder na frequência local. Estamos aguardando sua chegada.

LATAM 001> Bom dia solo Natal, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Chegando, começando procedimentos de aproximação. Favor informar condições de tempo e pistas Aeroporto São Gonçalo Amarante. HUG LATAM.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicitou autorização para voo chegada pouso HUG LATAM. Aeroporto São Gonçalo do Amarante. Está ciente da Informação.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, pronto para copiar.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, pronto para copiar.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Natal, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

SBNT_NAT> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Sugerimos entrar contato Aeroportos Fortaleza Recife.

LATAM 001> Bom dia solo Recife, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicita autorização para pouso HUG LATAM.

LATAM 001> Bom dia solo Fortaleza, Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno.

LATAM 001> Lima Alfa Tango Alfa Mike, solicita autorização para pouso HUG LATAM.

SBRF_REC> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Recife, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

SBFZ_FTZ> Lima Alfa Tango Alfa Mike, zero, zero uno. Solo Fortaleza, aguarde definição autoridades competentes decisão localização HUG LATAM.

LATAM 001> Atenção senhores passageiros. Aqui quem fala é o comandante da aeronave. Estamos encontrando problemas para pouso no aeroporto de destino. Faremos um sobrevoo aguardando uma resposta e liberação. Caso não haja uma resposta de autorização de pouso, voltaremos ao aeroporto de embarque. A empresa agradece a preferência pela escolha. E teremos satisfação em nos encontrar em outra viagem.

RN 27/07/15

Acione transponder

Texto disponível em:

http://www.publikador.com/humor/maracaja/2015/07/acione-transponder/

http://flyrc277.blogspot.com.br/2015/07/acione-transponder.html

http://komunikologie.blogspot.com.br/2015/07/acione-transponder.html

 

HUG BUG! HUG BUG!    

HUG BUG! HUG BUG!

PDF 412

Administradores públicos bugados comportam-se como computadores desorientados. Investem tudo na ideia importada, para classes elitizadas. Naquilo que apostam ser a ideia revolucionaria de seus mandatos, diante de seus eleitorados. Os povos engravatados, eleitos ou escolhidos, todos empacotados, todos iguais. Mas não foram buscar subsídios fundamentados, para seus argumentos, projetos e mandatos. Estão entusiasmados, ou talvez influenciados, o mais provável, com a possibilidade de um HUG no Nordeste (NE). Começam teleguiados pela estratégia dos organizadores políticos e intelectuais, os logísticos e estratégicos do HN (Hemisfério Norte). Com visões e noções direcionadas ao HS (Hemisfério Sul), a de provocar uma disputa entre os que podem, os que pretendem, e os que desejam sediar um HUG na América do Sul (AS), no HS, no Brasil (BRA), para fazer links aéreos, de velocidade e rapidez com o HN, para os EUA e a UEE. Escalas e trampolins, para cargas e passageiros, para os objetivos de terceiros, aqueles que se colocam como primeiros, denominando os outros como terceiros, em suas escalas de classificações dos povos, nações e países, descendentes de suas genealogias capitais e econômicas.

Ainda haverá muito o que fazer para implantar um HUG ideal. Um roteador de aviões e voos, o avião como transferência de informações, e de conhecimentos. Uma estrutura de excelência. Como por exemplo, a necessidade de uma infraestrutura aeroportuária e logística em terra. Como uma estrutura médica de urgência e emergência, para atender a possibilidade de um grande acidente, ou incidentes, com grandes aviões, com inúmeros passageiros, de dezenas a centenas de passageiros. Radares que possam acompanhar os aviões ao cruzarem a ITCZ, a zona de convergência intertropical, o equador climático do planeta, com posições variáveis. Lembrando o fato acontecido com o Air France. E também do Legacy com o avião da Gol (G3), no voo 1907. Enquanto o Brasil não tem condições de implantar estruturas de qualidade e excelência, fica sujeito a importação de mão de obra, tecnologias e equipamentos.

O objetivo da aviação é realizar voos e procedimentos, atividades com o risco zero. Tudo deve ser feito, previsto e calculado, para evitar e prevenir acidentes, sem BUG no sistema. E ainda que algo não aconteça como previsto, serviços de resgate devem estar sempre atentos e aptos a responder chamadas e pedidos de socorro em emergências, na terra, no mar e no ar. Devem estar aptos e prontos para chegar ao local do acidente, com objetivo de resgatar as vítimas sobreviventes. Com apoio logístico de leitos em ambulatórios, ambulâncias e hospitais. Vasculhar a área, para verificar vítimas vivas, e dar notícias aos parentes das vítimas falecidas. Remoção de mortos e feridos. Remoção de equipamentos que possam concluir as causas do acidente, contribuindo com informações de prevenções futuras, como por exemplo uma “caixa preta” que não é preta, para ser melhor identificada em meio aos destroços. QRU (Mensagem urgente); QRV (As suas ordens); QUS (Avistou os sobreviventes ou destroços?); QUT (O local do acidente já foi assinalado?). QSL (Compreendido?). OK (zero killer).

HUG BUG! HUG BUG!

Comitivas turísticas vão a outros países apresentar o país (BRA), tal como um dia os europeus levaram “exemplares indígenas” e “exemplares africanos”, para que a população da Europa pudesse ver aqueles espécimes enjaulados, e despertassem curiosidades e conhecimentos, sobre uma terra desconhecida, descoberta, e com densa mata. E se um dia levaram para a Europa cenas de um pais tropical com matas exuberantes, com animais selvagens, hoje levam imagens da natureza dominada, possibilitando a pratica de esportes, de hobbies criados em outros países. Levam a imagem de uma gastronomia praticada com animais exóticos, para ser acompanhada com vinhos escolhidos de suas melhores safras.

HUG BUG! HUG BUG!

Uma estratégia antiga usada na colonização. Europeus provocaram disputas e guerras, que levaram os nativos a tomar partidos, escolher um lado para defender e guerrear. E se havia paz entre eles, passou haver uma disputa, por produtos que nunca disputaram, caça e pesca; produtos animais, vegetais ou minerais: como terras e madeira, mais algumas pedras preciosas. Madeiras, minerais, vegetais e animais, que não eram vistos como mercadoria. Não havia a necessidade de obter e vender, para gerar um lucro. Não havia a necessidade de estocar produtos, e manipular preços no mercado. Viviam integrados e interagidos com a natureza, fazendo parte dela. Filhos da Terra e do Sol, amadrinhados pela Lua. Não conheciam o capitalismo inventado. “Quanto mais o homem se tornar homem, tanto mais ele estará as voltas com a necessidade, e com uma necessidade sempre mais explicita, mais requintada, mas faustosa de adorar”, Pierre Teilhard de Chardin in Bernard Sesé (Paulinas, 2005; original de 1997, em Paris).

Piratas e corsários; mercadores e mercenários. Produtos desejados e cobiçados pelos novos povos imigrantes. A invasão das saúvas europeias desbravando e dizimando matas, cavando buracos em busca de minerais. Invadiram sem uma guerra declarada, ocuparam um espaço. Foram se achegando e desembarcando. Espaços conquistados, e espaços deixados pelos índios que estavam ocupados, com seus afazeres. Hoje novos minerais surgem à tona, como a água do aquífero guarani, e o petróleo do pré-sal. Satélites observam as movimentações, populacionais e atmosféricas, minerais e vegetais; manufaturadas e industrializadas.

Hoje os grupos LAN e TAM (Chile e Brasil – cobrindo oceano Pacífico e oceano Atlântico), voando juntas, denominadas agora por, LATAM, provoca uma disputa entre estados, capitais, e cidades, para sediar seu HUG. Enquanto isto o grupo Azul que comprou a TAP – Air Portugal, e já havia incorporado a TRIP, observa e cria suas estratégias para seu próximo HUG internacional. Duas empresas representantes do domínio português e espanhol (LAN e TAM). E outros dois conglomerados também representando as duas primeiras dominações; portugueses (Azul com TRIP e Air Portugal), e espanhóis (Avianca). O domínio por naus aéreas e marítimas, a nova navegação que um dia foi pelo mar, agora é pelo ar. Cada pais já teve suas naus e caravelas, agora eles têm Boeing e Airbus, com uma bandeira no ponto mais alto da aeronave. Mastros e lemes conduzem a uma nova terra, pelo mar e pelo ar, ao comando de um capitão e sua tripulação.

Grupos econômicos poderosos criam um BUG na cabeças dos políticos e administradores públicos, que os levam a pensar estar fazendo suas melhores escolhas, escolhendo pistas e aeroportos; portos e partidas, em um meio, já cheio de disputas e partidos politicados, todos bugados. As empresas aéreas, nas disputas simuladas já conseguiram redução do preço do QAV. Um voo UEE-EUA-UEE, poderia pousar apenas para reabastecer, sem deixar dólares, divisas e passageiros. Aviões intercontinentais já possuem mercadorias para vendas a bordo, um Free Shop aéreo. Cargas e descargas embarcam e desembarcam paletizadas, embaladas e invioladas. A necessidade intensa de órgãos fiscalizadores: federais, estaduais e municipais.

Com Lan e TAM (LATAM), todo o continente sul-americano estará coberto. Do HUG poderá se chegar a qualquer lugar da América do Sul. A estratégia de fazer acordo com quem conhece todos os caminhos de todo o território: terra, mar e ar, já fizeram o mesmo com os índios. E se TAM (Taxi Aéreos de Marília) ou TAM (Transporte Aéreo Meridionais), fica a dúvida de entender e saber quem são seus verdadeiros donos ou acionistas majoritários, levando-se em conta que seu idealizador e criador, da TAM (JJ), faleceu em um acidente de helicóptero. Não sabemos se é uma empresa 100% nacional ou criada por conglomerados internacionais. A Varig (RG), a empresa aérea brasileira com reconhecimento internacional já não existe mais, foi capitalizada pela GOL (G3) e pala TAP (TP), cada uma com uma parte. Um dia a Varig capitalizou a Panair do Brasil, incorporou a Cruzeiro e a Transbrasil, tudo foi resumido em um gol (G3), no antigo país do futebol. E tantas outras ficaram pelo caminho, ficaram a ver navios.

Quando aconteceu a falência da Panair (ligada a um grupo americano), a Varig já tinha aviões prontos para decolar e cobrir as rotas da empresa declarada como falida. Fato semelhante aconteceu com a falência da Varig. A Gol e a TAM assumiram rotas e aviões. O que acontece dentro da cabine do avião e do governo, passageiros e cidadãos não tomam conhecimento. Só lhes resta ficar sentado e obedecer ao comando de apertar os cintos, quando o momento requer cautela e precisão nos procedimentos de pouso ou decolagem, do avião e do pais. Com a promessa e os votos de uma boa viagem, agradecendo a escolha da companhia e dos governantes. O serviço de bordo pode ser oferecido ou não, escasso ou farto, dependendo da classe, e do tempo de voo. Os que ficam em terra tem que se satisfazer em ver o avião e o pais voar, pousar e decolar, com direito a manutenções periódicas, de tempo de vida e horas de voos. E assim voltamos às urnas periodicamente, para trocar as peças do jogo.

HUG BUG! HUG BUG!

O turismo vem sendo apresentado como a última inovação, a ideia milagrosa e mirabolante, com uma possível base, em São Gonçalo do Amarante/RN. Terra de batalhas e massacres registrados na história. Com curvas chamadas de curvas da morte nos seus acessos e caminhos. Município com origem na época de invasões e ocupações, imposições militares, culturais e religiosas; com necessidades e desejos políticos e comerciais.

Estratégias para que grupos ligados ao transporte aéreo e aeronáutico possam chegar mais rápido de suas origens aos seus destinos, com seus passageiros embarcados, formados de exploradores e desbravadores. Começaram com barcos a velas e as grandes navegações, e eram chamados de brasileiros, pois se dirigiam ao Brasil com uma atividade, uma profissão, a de ser um brasileiro, para explorar as riquezas do Brasil. Hoje praticam uma navegação aérea com grandes naus voadoras. Mostram o turismo como uma tábua de salvação para Natal (NAT), Fortaleza (FTZ), ou Recife (REC); para o RN, para o CE, ou para PE; para o Nordeste (NE), e para o Brasil (BRA). Fizeram uma catequese na religião, queriam mostrar convencer com sua religião e seus rituais, com copos e taças. Agora catequisam o anfitrião com o turismo, com estratégias de convencimento que é preciso cada vez mais conhecer seus idiomas, seus comportamentos e seus gostos, seus rituais atuais, com copos e taças.

Um piloto precisa enxergar a quilômetros de distância, antes de algo acontecer. Aeroportos são controlados e observados por radares e satélites. Enxergam de longe e antes do que possa acontecer. Voam tal como um Anhanguera, o pássaro temido pelos índios. A nova posição estratégica do Brasil no Mundo. Um HUG próximo à linha do Equador. Entre Alcântara/MA e Parnamirim/RN, entre duas bases de lançamento de foguetes. Um ponto próximo à Natal/RN, que um dia foi denominado como Trampolim da Vitória. A cidade das invasões e do renascimento, a cada invasão ou ocupação. As menores distancias entre os continentes: Europa e África.

HUG BUG! HUG BUG!

Administradores devem voltar aos bancos das escolas, frequentar livrarias e bibliotecas, e pesquisar quando começa o turismo. Aprender a lição de casa, fazer suas tarefas. Devem andar pelas ruas e conversar com pessoas. Há um conhecimento nas ruas, inscrito e escrito em ruas e calçadas das cidades. Viajam às custas do dinheiro público e não aprendem nada. Desejam apenas viajar mais, comer mais, e ganhar mais. Com shoppings particulares, podem querer aeroportos particulares. Para depois se esconderem em gabinetes hermeticamente fechados, as suas Lan houses particulares e linkadas, não se sabe com onde e com quem. Evitam as ruas onde podem ser reconhecidos, como meros coadjuvantes de programas e flashes televisionados.

O turismo é uma atividade pré-histórica. Quando o homem primitivo já procurava outros lugares, novas paisagens e novos alimentos. Vikings e fenícios já dominaram os mares. Daí então fizeram novas descobertas, conquistaram novos habitats, atribuíram valores ao que era difícil de encontrar. O turismo evoluiu. De viagens turísticas, criaram-se as viagens de comércio. Aos que não tinham como conhecer e viajar, restou o querer e o pagar. Criaram disputas bélicas pelo poder de algo, minimamente a terra e o fogo. Fizeram guerras pelo poder do fogo. Fizeram guerras com o fogo, petardos com pólvora e minerais.

O turismo é um modo hábil e pacifico de invadir, ocupar e explorar. Com um conhecimento anterior, chegam e observam tudo, tiram conclusões. Sem batalhas conquista-se vistos e direitos. Com riquezas descobertas pode-se criar disputas e guerras, primeiro as guerras comerciais, podendo chegar a uma disputa bélica, por terras, produtos e serviços. A Inglaterra promoveu a Guerra do Paraguai incitando o Brasil, a Argentina e o Uruguai contra o Paraguai, beneficiando-se do resultado.

HUG BUG! HUG BUG!

Os índios no Brasil, sempre praticaram um turismo, mudando de paisagem quando já não era possível encontrar os alimentos que precisavam ou desejavam. Bem como a procura de fibras e argila para construir as suas práxis, de transformar produtos oferecidos pela natureza em produtos que facilitavam suas vidas, o homo faber. Como cestas para transportar coisas, e canoas para cruzar e navegar em rios, e em mares de aguas calmas, remando aos ritmos de sons produzidos: Hug bug, Hug bug.

O hit do momento é a disputa de um HUG. Um HUG que se diz, trará turistas e riquezas, e salvará o Brasil da pobreza. A eterna mendicância e dependência do Brasil diante os países autodenominados como desenvolvidos. Denominações por eles criadas, a partir de um direcionamento, o norteamento. O olhar para cima, olhar para o norte, onde eles estão localizados.

Em debates, audiências e seminários, admite-se e defende-se o turismo como solução para chegar a um desenvolvimento. A eterna busca desde 1500. E confessam diante do povo que para chegar ao determinado desenvolvimento citado, é necessário a capacitação. Uma capacitação que está direcionada e controlada pelos países onde se entende que dominam e controlam um conhecimento. Colonizadores afirmaram que os índios não eram civilizados e precisavam ser catequizados. Ensinaram apenas uma oração. Esconderam o verdadeiro significado, o conhecimento. E assim continuam, transferem apenas poucas informações, pouco ou nenhum conhecimento.

HUG BUG! HUG BUG!

O que vemos é ABSOLUTISMO LEGISLATIVO, a ideia de que um grupo de legisladores tem um conhecimento e um poder. E também devia ser considerado crime, assediando a população com as suas ideias, seus factoides. Colocam-se em posições privilegiadas e disponibilizam cadeiras para serem assistidos e aplaudidos. O  ministro do turismo esteve em Natal/RN, e citou o seu conhecimento. Um homem viajado que teve oportunidade de conhecer o mundo, tendo a capacidade de transformar o tal Brasil encontrado, tal qual desejam os chamados de turistas, que aqui deverão desembarcar. Embarques e desembarques que sempre fizeram parte da nossa história. Sem vistoriar suas bagagens.

HUG BUG! HUG BUG!

Turistas deixam apenas o que podem deixar, não mais que isto. Algum dinheiro que tem no bolso, e o que tem na barriga, um pouco do que tem na cabeça. Deixam algumas moedas e excrementos, pilhagens, e destruição. Subtração de minerais e reservas vegetais. Devoram banquetes e deixam farelos sobre a mesa. A história do Brasil já mostrou isto. Com malas cheias de dinheiro e ideias na cabeça, eles chegam. E não voltam de malas e cabeças vazias. O turismo é efêmero, é apenas um momento, é passageiro.

Cifras de bilhões foram publicadas, na mídia impressa, como valores a investir. Cifras que estão longe da imaginação da maioria das pessoas. Cifras que não mostram exatamente de onde vir, e como vir, onde e como serão aplicadas. E são difíceis de serem acompanhadas, conferidas e confiscadas. Se serão aplicadas em uma casinha simples de taipa, desenhada por um arquiteto super-hiper renomado e internacionalizado; ou aplicadas em superestruturas de concreto superfaturadas.

HUG BUG! HUG BUG!

Na entrada do porto de Natal/RN, na foz do Rio Potengi, ainda há vestígios de povos presentes ali em outras eras e épocas. A começar pelo cemitério dos ingleses, uma época que todo estrangeiro era chamado de inglês. Marcas de presenças holandesas e portuguesas, no Forte dos Reis Magos. A presença dos americanos na Rampa, onde existe um museu em construção ou ainda inacabado, ou destruído. Barcos orientais apreendidos, estão esquecidos junto ao porto. Navios velhos doados depois da Segunda Guerra, estão ali fundeados. O Passo da Pátria, onde ali um dia um passo foi dado. Subindo o Rio Potengi chega-se a São Gonçalo do Amarante. Talvez botijas, eles os invasores, tenham deixado enterradas, e estão voltando para buscar, e agora voltam de avião.

Há ideias, estudos e projetos para ampliação do porto de Natal, com a ocupação da margem oposta, junto a Zona Norte da Cidade de Natal. Um porto que atualmente funciona sem demanda de importações e exportações. Importa-se talvez trigo, que sempre foi importado. Exportam-se frutas produzidas no interior do estado à custa do uso de muita água, que não é incorporada aos custos da produção. O agronegócio direcionado a exportação, sem se importar com a destruição.

Um porto sem logística e sem infraestrutura externa de movimentação de cargas e mercadorias. Sem infraestrutura rodoviária ou ferroviária. Um porto que antes de terminar seus estudos e projetos, para idealizar e construir, demonstra um querer ser maior que o porto de Santos/SP, que ocupa duas margens.

Lembrando Slavoj Zizek no título de seu livro “Primeiro como tragédia, depois como farsa”. Primeiro eles chegam com uma tragédia anunciada, depois percebemos que é uma farsa. E assim foi com os nativos recém descobertos, e não catequisados até aquele momento. E assim tem sido até os dias de hoje, com ideias, guerras e tecnologias.

O som talvez produzido por indígenas e os denominados povos primitivos, soa no presente daqueles que dominam um poder, com seus arcos e suas flechas, suas zarabatanas, seus tacapes de papel, seus diplomas e seus títulos, de mestres e doutores, de títulos legislativos. Com títulos e diplomas enrolados em canudos, um som ecoa em suas cabeças.

HUG BUG! HUG BUG! Hug, bug; hug, bug; hug, bug …

Textos disponível em:

http://www.publikador.com/politica/maracaja/2015/06/hug-bug-hug-bug/

PDF 412

BRA – RN, 28/06/15

Roberto Cardoso (Maracajá)

Desenvolvedor e Pesquisador de Komunikologia.

Jornalista Científico (FAPERN/UFRN/CNPQ)

Reiki Master & Karuna Reiki Master

Textos relacionados:

O velho truque da dominação simbólica

http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/06/o-velho-truque-da-dominacao-simbolica/

O avião como transmissão de conhecimento

http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/11/o-aviao-como-transmissao-de-conhecimento/

Outros Textos:

http://www.publikador.com/author/maracaj

HUG BUG!

PDF 403

O turismo vem sendo apresentado como a última inovação, a ideia milagrosa e mirabolante, com base em São Gonçalo do Amarante. A tábua de salvação para Natal, para o Rio Grande do Norte, para o Nordeste, e para o Brasil. A eterna mendicância e dependência do Brasil diante os países autodenominados como desenvolvidos. Em debates, audiências e seminários, admite-se e defende-se o turismo como solução para chegar a um desenvolvimento. A eterna busca desde 1500, quando os índios estavam aqui instalados, e os fenícios já tinham deixado as suas marcas. E para chegar ao determinado desenvolvimento supracitado é necessário a capacitação. Uma capacitação que está direcionada e controlada pelos países onde se entende que dominam um conhecimento. O ministro do turismo esteve em Natal, e citou o seu conhecimento, suas belas e inesquecíveis viagens. Um homem potiguar viajado, que teve oportunidade de conhecer o mundo, tendo a capacidade de transformar o tal Brasil por ele encontrado, tal qual desejam os chamados de turistas, que aqui deverão desembarcar. Embarques e desembarques que sempre fizeram parte da nossa história.

Turistas deixam o que podem deixar, o que tem no bolso, na barriga, e na cabeça. Dinheiros e excrementos, pilhagens, destruição e assoreamento. Subtração de minerais e reservas vegetais. Devoram banquetes e deixam farelos sobre a mesa. A história do Brasil já mostrou isto. Com malas cheias de dinheiro e ideias na cabeça, eles chegam. E não voltam de malas e cabeças vazias. O turismo é efêmero, é apenas um momento, é passageiro.

Cifras de bilhões foram publicadas, na mídia impressa, como valores a investir. Cifras que estão longe da imaginação da maioria das pessoas. Cifras que não mostram exatamente de onde vir, e como vir, onde e como serão aplicadas. E são difíceis de serem acompanhadas, conferidas e confiscadas. Se serão aplicadas em uma casinha simples de taipa, desenhada por um arquiteto super-hiper renomado e internacionalizado; ou aplicadas em superestruturas de concreto superfaturadas.

RN, 15/06/15

Roberto Cardoso

Desenvolvedor de Komunikologia.

Jornalista Científico (FAPERN/UFRN/CNPQ)

Reiki Master & Karuna Reiki Master

rcardoso277@yahoo.com.br rcardoso_277@yahoo.com.br

Carta para TN

Disponível em: http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/06/hug-bug/

HUG BUG do Amarante

PDF 76

O aeroporto se São Gonçalo do Amarante (SGA), no RN, segue com um vento de cauda. Um vento a favor de seus planos de voo, do seu direcionamento, sua construção e seus objetivos. São Gonçalo começará suas operações assim que o atual aeroporto de Natal, o Augusto Severo (NAT) encerrar suas atividades. Sendo a data prevista de inauguração com um voo da empresa aérea Gol, em 01/04/14, ano da Copa iniciando com um gol no RN.

O consórcio construtor e operador do novo aeroporto já começa a buscar empresas que desejem fazem em SGA um HUG, ou seja, uma base aérea de aviação comercial, uma central logística de cargas e passageiros. Um aeródromo centralizador e distribuidor de voos no Brasil e na América do Sul. Captando voos do hemisfério norte, oriundos do EUA e Europa, distribuindo passageiros e carga no BRA e na América do Sul (AS) com possibilidades de chegar a América Central (AC) e vice versa. Novamente o elefante com o mundo sobre as costas como Anatomia Cartesiana do RN e O Elephante de Shiva (O Mossoroense de Mossoró/RN em 23/08/12 e 07/11/12).

Aeroportos enormes funcionando como uma cidade já existe em países do hemisfério norte (HN), cada grande empresa aérea possuidora de uma grande frota de aeronaves tem seu HUG.  Considerando que o RN pode fazer parte de vários vértices de ângulos e triângulos, abrindo o ângulo em direções diversas, torna-se um ponto estratégico. Na Segunda Guerra Mundial já houve a presença das forças aliadas por esta razão. O aeroporto de SGA se posiciona como captador e distribuidor do fluxo aéreo de cargas e passageiros entre o HN e HS do planeta. Da mesma forma se posiciona em relação ao Brasil e a América do Sul.

Todas as triangulações passam pela região, tal como na 2ª GM com a Europa e a África. O RN está em um vértice de triangulo formado com a CEE e os EUA. É o vértice de um triangulo formado pelo RS e extremo do AM. Um vértice formado com Argentina e Venezuela. Triângulos que cobrem o Brasil, a América do Sul e o trafego entre o hemisfério norte (HN) e o hemisfério sul (HS). O Trampolim da Vitória tem tudo para acolher um HUG captando voos do HN e distribuindo voos para o Brasil e America do Sul. Para que tudo aconteça é preciso acertar os BUGs. Transito e acessibilidade a deficientes e eficientes. Mobilidade urbana, que o VLT (veículo leve sobre trilhos) não se torne um veiculo lotado ou lento sobre trilhos.

A cidade de São Gonçalo do Amarante já foi palco de tragédias e massacres. Já foi ocupado por índios, por portugueses e holandeses, por nativos e por pernambucanos. Seu território já pertenceu a Natal e Macaíba. Hoje faz divisa com cinco municípios e deverá fazer divisas com o mundo.

A data de aniversário da cidade acontece em janeiro, o mês que inicia o ano que também são festejadas em duas cidades que são portas do Brasil para o mundo. Rio de Janeiro e São Paulo.

A cidade de São Gonçalo do Amarante/RN com o AIRN faz aniversário no mesmo dia que São Paulo/SP, 25 de janeiro. A Avenida 20 de Janeiro dá acesso ao AIRJ – Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. AIRJ AIRN

Parnamirim/RN –  07/05/2013

AIREP XY 001 FL 1200 …

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AIREP XY 001 FL 1200 1200 HZ NAT 05 47S/35 O 360/49FT MS10 ETA BSB 1500 HZ. O voo XY 001 passou sobre Natal. Informou as condições climáticas do seu nível de voo, sua velocidade e altitude; estimou seu próximo posicionamento, e a hora da próxima informação a ser coletada e divulgada. E seguiu caminho para o seu destino final, deixando um rastro no céu. Passou informações ao centro de controle de trafego aéreo e centros meteorológicos principais (CM1). Informações que podem ser uteis na confecção das próximas cartas meteorológicas, para planejamentos de próximos voos. Informações que constroem uma climatologia ao longo do tempo, da história. Não havia um HUB para pousar, nem cargas para movimentar.

NAT era uma alternativa emergencial, constante em um plano de voo. O voo XY 001 seguiu para o local que é desejado pelos seus passageiros embarcados, e para os destinos etiquetados em suas cargas e bagagens. Ainda podem haver transbordos e conexões. Todos a bordo com bilhete de embarque, e conhecimento aéreo (AWB). O comandante tem uma Time Line a cumprir, outros voos receberão suas cargas e/ou passageiros. Um HUB precisa ser muito bem localizado para servir a destinos, origens e procedências; um ponto de interseção de cargas e passageiros, informações e serviços. Um avião transporta cargas, passageiros e informações (*). A implantação de um HUB mexe com todo o Time Table de uma empresa, há contratos de cargas a cumprir. A falta de horário e falta de espaço, gera uma não comodidade; uma não conformidade, e abre oportunidades para voos fretados.

Não se cria um HUB, como muda-se o nome de uma rua, ainda que os dois causem transtornos a cargas e passageiros; comércios e serviços. Uma empresa não instala um HUB para resolver problemas de uma cidade, mas sim para facilitar seus próprios problemas, criando alternativas e soluções. Da mesma forma que mudar o nome de uma avenida não resolve os problemas nela existentes. Uma empresa aérea que domina o lado do Atlântico na América do Sul, juntou-se a outra que domina o lado do Pacifico. Juntaram problemas em busca de soluções, para dar a volta no mundo. Podem trocar cargas e passageiros, serviços e manutenções; peças e equipamentos; bilhetes e acomodações. Apartar brigas entre Boeing e Airbus.

Natal ao longo da história serviu como ponto de base e de apoio, de navegações marítimas e aéreas. E muito mais como ponto de apoio para a continuação de uma viagem ou uma jornada, as vezes uma missão (2ª GM). Um ponto referencial para abastecimento, do que poderia ter disponível ao costado da embarcação, em um breve e rápido reabastecimento, antes do aporte final. Um ponto para obter produtos e serviços essenciais, necessitados a bordo; água, viveres e reparos; peças e reposições.

O marco de Touros/RN é o marco inicial de que era possível aportar. Alguma caravela avistou a terra, ancorou e implantou o marco com informações entalhadas. Fernando de Noronha atuou como sentinela, para quem vinha da Europa. O Atol das Rocas o primeiro sinal do surgimento do continente. Lunetas preparadas e ouvidos atentos para e expressão esperada vinda da gávea; “Terra à vista”. Os índios não puderam ouvir pelo sistema de som, que Cabral anunciava a sua chegada, ele fundeou e desembarcou sem pedir permissão. Desembarcou com armas e bagagens.

Na época das caravelas, as viagens duravam meses, e havia pouco espaço para cargas e passageiros, só haviam marinheiros. Os espaços das caravelas precisavam ser otimizados com marinheiros, agua e mantimentos, preferencialmente os que não provocavam carências saudosistas e alimentares, evitando motins. Uma escala entre portos próximos era necessário. E das caravelas, surgiram os navios com a prioridade de cargas. Enquanto não havia terminado a construção do canal do Panamá, Natal era um ponto de apoio de abastecimento de agua e alimentos. Um ponto estratégico para navios que transportavam cargas, tendo Natal um ponto de apoio a rota, contornando o continente.

Surgiram os aviões no pós-guerra, os aviões militares se tornaram de uso civil, a sobra de guerra. E seu grande desafio era atravessar o Atlântico, transportando malotes e correspondências. Já conheciam os referenciais terrestres e marítimos mapeados por navios. Em voos vindos da Europa podiam usar uma bussola ou o Sol, e os arquipélagos, como pontos referenciais, para chegar a um destino. Começaram pelos caminhos das caravelas, seguindo o continente africano, observado a bombordo (**). Até o ponto da grande travessia sobre o Atlântico.

Ao avistar Fernando de Noronha, todos a bordo saberiam que o continente estaria próximo. Muitos aviões e hidroaviões pousaram ali. E Natal (NAT) era a próxima escala anunciada. O momento de descer, desembarcar e esticar as pernas, sentir-se em terra firme. Para então reembarcar e fazer uma nova jornada, contornando o continente, tal como na África, acompanhado as praias, agora a boreste ou bombordo. A próxima escala anunciada: Fortaleza (FTZ) ou Recife (REC).

Navios fazem viagens de cabotagem entre o porto de Rio Grande/RS e Manaus/AM, os portos extremos do Brasil, de navegação e cabotagem, com capacidade de receber grandes navios e grandes volumes de cargas. Um navio aporta quando há cargas para embarcar e desembarcar, cargas que compensem os custos de fundear, atracar, fazer movimentos de embarque e desembarque, e então desatracar. Cargas documentadas com conhecimento marítimo (BL). Tempo é dinheiro, e movimentação de cargas tem um custo, de capatazia e armazenagem. O embarcador quer sua carga no porto combinado e no dia prometido, e se possível com hora marcada. O transportador tem uma Time Line a cumprir. O tempo pode ser seu atraso e seu inimigo, o tempo do relógio, do calendário, e o tempo anunciado no céu, com chuvas e trovoadas, comprometendo a viagem e a carga. Fora os imprevistos técnicos enquanto atracado; é preciso ter uma margem, para contar com intempéries e imprevistos.

E os aviões evoluíram em tecnologia, de tamanho e autonomia; aumentaram empuxo e propulsão, envergadura e fuselagem; evoluíram com segurança em qualidade de voo, e quantidade de carga transportada. Podem passar sobre Natal sem aterrissar, apenas informando voo, destino e rota. Um rastro de vapor d’água é deixado no céu informando a direção tomada, e a temperatura muito baixa em altitude, fazendo a umidade do ar condensar. O sinal do céu informa que não havia cargas e/ou passageiros para embarcar e/ou desembarcar. Há uma Time Line a cumprir, um CB ou uma ITCZ pode estar a 12h, adiante na proa da aeronave, podendo causar solavancos, mudar cursos estimados e aumento do tempo calculado da viagem. Novas altitudes, novas velocidades, geram novas informações que constroem um novo conhecimento.

Natal vem servindo ao mundo de base de apoio a missões marítimas e aéreas; militares e espaciais. Continua sendo um ponto estratégico para missões especiais. Trampolim para novos saltos do conhecimento cientifico, a buscas de novas plagas. A busca do conhecimento que se adquire em viagens, pesquisando novos ambientes, e criando técnicas e estratégias para transporte e deslocamento: naus e naves, caravelas e navios; aeronaves e espaçonaves; naves marítimas, aéreas e espaciais. O homem terrestre já navegou nos mares e nos ares, sua próxima viagem é pelo espaço. Já deixou rastros de espumas sobre as ondas, e agora já há um rastro deixado no céu. O próximo rastro a ser avistado é no espaço. A volta para casa: “do pó vieste e ao pó retornarás”, o pó das estrelas.

(*) O avião como transmissão de conhecimento http://www.publikador.com/tecnologia/maracaja/2014/11/o-aviao-como-transmissao-de-conhecimento/

(*) O conhecimento embarcado http://www.publikador.com/saude/maracaja/2014/12/o-conhecimento-embarcado/

(**) Komunikologia II http://www.publikador.com/outras/maracaja/2015/06/komunikologia-ii/

 

Textos disponíveis em:

http://www.publikador.com/economia/maracaja/2015/08/airep-xy-001-fl-1200/

http://flyrc277.blogspot.com.br/2015/08/airep-xy-001-fl-1200.html

 

Textos relacionados:

Acione transponder http://www.publikador.com/humor/maracaja/2015/07/acione-transponder/

O BUG do HUG

http://www.publikador.com/historia/maracaja/2015/08/o-bug-do-hug/

E as disputas entre Fortaleza/CE, Recife/PE e Natal/RN, continuam. Tal como um aeroporto fechado, aguardam a melhora do tempo, que não permite uma boa visibilidade.  Aguarda-se um CAVOK, com teto e visibilidade ideal para um HUB. E enquanto o CAVOK não chega o clima segue com instabilidade, aguardando novas surpresas, novas entrevistas coletivas e novos problemas anunciados.

RN, 10/07/16

Um HUB que ainda não aconteceu

PDF 680

Textos sobre o tão esperado HUB em Natal/RN

PDF 680

Texto Publicado em

https://jerimunnews.wordpress.com/2016/07/10/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu/

http://digestaodainformacao.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu-pdf-680.html

http://digestaodepessoas.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu.html

http://blogdigestaodaqualidade.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu.html

http://sobregestaodoconhecimento.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu.html

http://fgqoferramenteiro.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu.html

PDF 680

Em 10/07/2016

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN

por Roberto Cardoso (Maracajá)

Colunista em  Informática em Revista

Branded Content (produtor de conteúdo)

Reiki Master & Karuna Reiki Master

Jornalista Científico FAPERN/UFRN/CNPq

Plataforma Lattes

http://lattes.cnpq.br/8719259304706553

Produção Cultural e Intelectual

http://robertocardoso.blogspot.com.br/

http://blogdomaracaja.tumblr.com/

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http://www.publikador.com/author/maracaja/

http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=173422

http://www.publikador.com/author/rcardoso277/

http://www.informaticaemrevista.com.br/

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http://www.substantivoplural.com.br/?s=Roberto+cardoso

https://docs.com/roberto-cardoso

http://www.youscribe.com/

ANEXOS:

http://flyrc277.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu-anexos.html

http://arrochandoono.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu-anexos.html

http://valedojerimum.blogspot.com.br/2016/07/um-hub-que-ainda-nao-aconteceu-anexos.html

Textos em ordem alfabética

[03/07/2016]

atualizado em [04/07/2016]

atualizado em [05/07/2016]

441 Anos da Ilha do Governador

BLOG: http://ilha441anos.blogspot.com.br/

19º SPVA’s Serve Para Analisar … PDF 675

http://fgqoferramenteiro.blogspot.com.br/2016/07/19-spvas-serve-para-visualizar-algumas.html

114 anos de história e geografia  (Informática em Revista – Natal/RN)

2001 – A odisseia no espaço  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

2012 – O ano que o mundo acabou  (Informática em Revista – Natal/RN)

Aniversario da Ilha do Governador

BLOG: http://aniversariodailha.blogspot.com.br/

APAFIS/RN

BLOG: http://apafisrn.blogspot.com.br/

Arquivo Maracajá

BLOG: http://arquivomaracaja.blogspot.com.br/

Arrochando o Nó

BLOG: http://arrochandoono.blogspot.com.br/

@Via_Indireta PDF 627

A Bíblia como instrumento de pesquisa PDF 021

A caminhada de APAFISianos  PDF 651

A Colômbia não é aqui (RN)  PDF 641

A construção do conhecimento (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (4) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (5) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (6) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (7) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (8) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (9) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A construção do conhecimento (10) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A conivência da CAERN – Pelas ruas de Nova Parnamirim

https://plus.google.com/+RobertoCardosoMaracaja/posts/iuCUTEkVvWm

A contabilidade nas mãos, a primeira conta de um conto  (contabilidade em Revista – Natal/RN)

A contabilidade nas mãos, a segunda conta de um conto

A desconstrução do conhecimento (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A desconstrução do conhecimento (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A desconstrução do conhecimento (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A desconstrução do conhecimento (4) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A desconstrução do conhecimento (5) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A dialética da zona de conforto  (Publikador)

http://www.publikador.com/estudos-academicos/roberto-cardoso/a-dialetica-da-zona-de-conforto

A dialética do simples e do complicado  (Informática em Revista – Natal/RN)

A história da APAFIS PDF 661

A informação ganha novas velocidades  (Informática em Revista – Natal/RN)

A Lua como testemunha PDF 621 (Publikador)

A menina do Café Linkest  (Revista Kukukaya – Mossoró/RN)

A mesquita Vital (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Anatomia Cartesiana do RN PDF 007  (O Mossoroense – Mossoró/RN)

Aproando e Aproniando I PDF 026 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Aproando e Aproniando II PDF 028

Arengas históricas e quatro elementos PDF 013 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Arquétipos e Semiologia  (Informática em Revista – Natal/RN)

As cidades dos ventos PDF 633

As criações e as buscas de referenciais e conhecimentos do ser humano – Uma breve história do mundo e da humanidade (Revista do IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte  – Natal/RN)

As desconstruções do conhecimento (parte 1)  PDF 200 19/05/14 (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

As desconstruções do conhecimento (parte 2) (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

As desconstruções do conhecimento (parte 3) (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

As disputas entre sidartas e mungubas (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

As disputas entre sidartas e mungubas (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

As disputas entre sidartas e mungubas (4) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A PEC do Irajá PDF 634

A tal cidade (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A última maçã  PDF 015 (Informática em Revista – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (4) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (5) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

A usurpação da ciência  (6) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Azedumezinho PDF 657

Bodega Potiguar

BLOG: http://umabodegapotiguar.blogspot.com.br/

Bureau de Informações

BLOG: http://bureaudeinformacoes.blogspot.com.br/

Banco de tempo PDF 654

Batalha na Avenida Roberto Freire PDF 002 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Batalha na RF Notícias PDF 004

Best Regards PDF 649

Bipolaridade do mundo PDF 010 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Brasileiros endividados PDF 003 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Bondes na tal cidade (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Bourdieu na BRF PDF 023

Buenas noches señoras y caballeros PDF 620 (substantivo Plural)

Bureau de serviços  (Informática em Revista – Natal/RN)

Bureau de Informações e Wunderkammer  (Informática em Revista – Natal/RN)

Chão de Pato

BLOG: http://chaodepato.blogspot.com.br/

Caldo de Cana com Pão Doce

BLOG: http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/

Concurso literário maracajá

BLOG: http://concursomaracaja2010.blogspot.com.br/

CONCURSO LITERÁRIO MARACAJÁ

BLOG: http://concursoliterariomaracaja.blogspot.com.br/

Concurso Maracajá

BLOG: http://clfmaracaja.blogspot.com.br/

CPI – Cartão Postal da Ilha

BLOG: http://cartaopostaldailha.blogspot.com.br/

Cartas dos Ventos PDF 625 (Substantivo Plural)

Cataratas do Rio Potengi (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Celacanto provoca maremoto no RJ (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Cientistas pedem o afastamento de Dilma

http://www.publikador.com/humor/maracaja/cientistas-pedem-o-afastamento-de-dilma

Comentário peregrino PDF 664

Concierge e ETC  (Informática em Revista – Natal/RN)

Conflitos de gênero na Batalha da Roberto Freire PDF 005 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Considerações finais e fora do edital PDF 643

Considerações sobre o porto de Natal/RN  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Construindo o conhecimento (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Coworking Tupiniquim PDF 665

Crer ou não crer, eis a questão  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Cronica de uma condição aguda  PDF 500 06/10/15

Cronica foulcautiana  PDF 645

Daquerreótipos Digitais

BLOG: http://daguerreotiposdigitais.blogspot.com.br/

di Gestão da Informação

BLOG: http://digestaodainformacao.blogspot.com.br/

di Gestão da Qualidade

BLOG: http://blogdigestaodaqualidade.blogspot.com.br/

di Gestão de Pessoas

BLOG: http://digestaodepessoas.blogspot.com.br/

di Gestão do Conhecimento

BLOG: http://sobregestaodoconhecimento.blogspot.com.br/

De coche a coaching (Jornal de Hoje – Natal/RN)

De coche a coaching (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Desafios da pesquisa. Entre o clássico e o emergente  (Informática em Revista – Natal/RN)

Desk Top in the clouds    PDF 677 (Linkest)

Dia do Administrador PDF 012

Diário de borde de uma Caravela PDF 626 (Kukukaia)

Dicotomia natalense  PDF 001 (Novo jornal – Natal/RN)

Dicotomia natalense  PDF 001 (Jornal do DCE Maurício de Nassau  – Natal/RN)

Dois Pierres (2R)  (Informática em Revista – Natal/RN)

http://www.publikador.com/historia/maracaja/dois-pierres

Do fogo de chão a churrascaria PDF 662

Do Lockheed Super Constellation ao Wide-body Boeing 777 (parte 1)  (Informática em Revista – Natal/RN)

DPS – Domenica de Pasqua e Derecho das Personas  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Dr Lula e a produção científica PDF 647

EaD Abstract PDF 623  (Publikador)

EaD Résumé  PDF 628 (Publikador)

EaD Resumem PDF 635 (Publikador)

EaD Riassunto PDF 635 (Publikador)

Em busca do conhecimento produzido maçã  (Informática em Revista – Natal/RN)

Emília e milhas….e-milhas PDF 673

https://xananasblog.wordpress.com/2016/07/02/emilia-e-milhas-e-milhas/

http://pelasruasdenatal.blogspot.com.br/2016/07/emilia-e-milhas-e-milhas.html

Enfermagem e komunikologia (Informática em Revista – Natal/RN)

Enpinando cafifa com Zé Garoto PDF 676 http://nopaisdemossoro.blogspot.com.br/2016/07/empinando-cafifa-com-ze-garoto.html

Entre bancos e praças PDF 646

Entre Cabernets e Sauvignons PDF640

Estação Lunar PDF 016

Evolução das gírias e TIC’s PDF 020

Era uma vez… PDF 635

FGQ – O Ferramenteiro

BLOG: http://nopaisdemossoro.blogspot.com.br/

Fly RC 277

BLOG: http://flyrc277.blogspot.com.br/

Fórum Maracajá

BLOG: http://forumaracaja.blogspot.com.br/

Fórum do Maracajá

BLOG: http://forumdomaracaja.blogspot.com.br/

Fórummaracaja’s Blog

BLOG: https://forummaracaja.wordpress.com/

Fly Missing  (Informática em Revista – João Pessoa/PB)

Foliões já foram gametas  PDF 670

Geografia

BLOG: http://chig2.blogspot.com.br/

Gororoba Cultural

BLOG: http://gororobadacultura.blogspot.com.br/

Gênese da informática  (Informática em Revista – Natal/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 1)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 2)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 3)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 4)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 6)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 7)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Gestão da Qualidade e qualidade da gestão (parte 8)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

GQ na Copa e na Cozinha (1) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

GQ na Copa e na Cozinha (2) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Hebe PDF 027

Histórias contadas no itinerario do 634 PDF 650

Homicidio por omissão PDF 666

Homo natalense PDF 000 (Revista do IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte  – Natal/RN)

Homo natalense I PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense II PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense III PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense IV PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense V PDF 000(Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense VI PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense VII PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense VIII PDF 300 07/12/14 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense IX PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense X PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense XI PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Homo natalense XII PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Hora de tirar a mascara e guardar a fantasia (Jornal de Hoje – Natal/RN)

HUG BUG do Amarante  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Infarto no CCPAR PDF 660

Intempéries e aldravias PDF 622

IR 001 Now arrival PDF 000  (Informática em Revista – João Pessoa/PB)

Jerimum Valley

BLOG: http://valedojerimum.blogspot.com.br/

Jabutis em árvores (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jabutis em árvores (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jabutis em árvores (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jabutis em árvores (4) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jabutis em árvores (5) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jabutis em árvores (6) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jack and JAC PDF 011 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Jerimum News 7 PDF 630

Jesus foi preso novamente PDF 655

Jota’s Club (O Mossoroense – Mossoró/RN)

Jung na Roberto Freire PDF 006

Kommunikologie

BLOG: http://komunikologie.blogspot.com.br/

Kommunikologie I  (Informática em Revista – Natal/RN)

Kommunikologie II  (Informática em Revista – Natal/RN)

LSC to T7  (parte 2)  (Informática em Revista – Natal/RN)

Lula a caminho da produção cientifica – Pós doc 3 PDF 624 (Publikador)

Lula a caminho da produção cientifica – Pós doc 4 PDF 637 (Publikador)

Mac and Tech

BLOG: http://macandtec.blogspot.com.br/

Macaxeira and Technology

BLOG: http://macandtechnology.blogspot.com.br/

Mirnas e Marinas

BLOG: http://mirnasemarinas.blogspot.com.br/

Montekurama Blog

BLOG: https://wordpress.com/stats/insights/montekuramablog.wordpress.com

MAPAS, Mapas e mapas (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Marina Morena

http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/5328138

Marketing de guerra na batalha da Roberto Freire PDF 009 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Marrentinha charmosa  PDF 659

Meios e Ambientes  (Informática em Revista – Natal/RN)

Mestre, doutor e acionista majoritário PDF 019  (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Meteorologistas, feiticeiros e pajés (parte 1)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Meteorologistas, feiticeiros e pajés (parte 2)  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

Miscigenação do catimbozeiro (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Miscigenação do catimbozeiro (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Morro do careca será arrasado em prol da praia de Ponta Negra (Jornal de Hoje – Natal/RN)

http://macandtechnology.blogspot.com.br/2013/03/morro-do-careca-sera-arrasado-em-prol.html

Mudança de paradigma  (Informática em Revista – Natal/RN)

Na Floresta de Nísia

BLOG:http://florestadenisia.blogspot.com.br/

No país de Mossoró

BLOG: http://nopaisdemossoro.blogspot.com.br/

Namorado fresco. Peixinho, patinho e lagarto resfriado (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Na tal cidade PDF 000 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Natal das aparências PDF 018

Nem tudo que cai do céu vem dos deuses (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Níveis de planejamento estratégico (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Novas versões e novas visões, criando novas opções (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Novos rumos do Jornalismo PDF 017 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O ano que o mundo acabou (O Mossoroense – Mossoró/RN)

O convite PDF 632

O discurso da cidade PDF 663

O escritor: Senhor de seus engenhos   (Informática em Revista – Natal/RN)

O Elephante de Shiva (O Mossoroense – Mossoró/RN)

O fantasma da via costeira

http://www.publikador.com/sem-categoria/maracaja/o-fantasma-da-via-costeira

O maior legado da Copa (O Mossoroense – Mossoró/RN)

O Mundo Acabou (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O novo papel na comunicação  (Informática em Revista – Natal/RN)

Os galos e os gargalos (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Os maiores legados da Copa (parte 3) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Os maiores legados da Copa (parte 4) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Os maiores legados da Copa (parte 5) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Os maiores legados da Copa (parte 6) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O que não tem remédio, remediado está (1) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O que não tem remédio, remediado está (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O que não tem remédio, remediado está (3) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

O retrato de uma prefeitura (primeira parte) PDF 667

http://pelasruasdenatal.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura.html

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura

O retrato de uma prefeitura (parte 2) PDF 668

http://caldodecanapaodoce.blogspot.com.br/2016/06/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-2.html

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/26/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-2/

O retrato de uma prefeitura (parte 3) PDF 671 https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/28/o-retrato-de-uma-prefeitura-parte-3/

O séquito dos desesperados PDF 658

https://xananasblog.wordpress.com/2016/06/12/o-sequito-dos-desesperados/

O significado de uma tocha PDF 653

Papagaio de Pirata

BLOG: http://papagaiosdepiratas.blogspot.com.br/

Pelas ruas de Natal

BLOG: http://pelasruasdenatal.blogspot.com.br/

Pelas ruas de (Nova) Parnamirim

BLOG: http://pelasruasdeparnamirim.blogspot.com.br/

PUBLIKADOR

BLOG: http://www.publikador.com/perfil/roberto-cardoso

BLOG: http://www.publikador.com/perfil/roberto-cardoso-(maracaja)

Pat(y) – Parnamirim PDF 648

Pensando bem  PDF 600 19/03/16

Parado na filosofia PDF 656

Para onde olhar? PDF 639

PN corre o risco de perder alguns pontos turísticos  (Jornal Metropolitano – Parnamirim/RN)

PN x PN: Engordando a praia e o bolso (Jornal de Hoje – Natal/RN)

PN x PN: Engordando a praia e o bolso (Blog do Fiscal – Natal/RN)

Portais e paradigmas (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Portais e paradigmas (2) (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Pudim de Gelo

http://chaodepato.blogspot.com.br/2014/10/pudim-de-gelo.html

Pudim de tapioca com calda de lambedor PDF 022  (Jornal de Hoje – Natal/RN)

PR três definições PDF 024

QR Code QAP  (Informática em Revista – Natal/RN)

Qualidade e gestão na Copa (parte 1) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Qualidade e gestão na Copa (parte 2) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Qualidade e gestão na Copa (parte 3) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Qualidade e gestão na Copa (parte 4) PDF (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Qualidade no atendimento e responsabilidade civil (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Quartas-feiras de cinzas e o desfile das campeãs (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Quiche de ginga com giló (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Renato Russo

BLOG: http://lonarenatorusso.blogspot.com.br/

Revista Maracajá

BLOG: http://revistamaracaja.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá)

BLOG: http://robertocardoso.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) em

BLOG: http://robertocardosomaracaja.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in Jornal de HOJE

BLOG: http://rcardosomaracaja.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in Jornal Metropolitano

BLOG: http://rcminjornalmetropolitano.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in Kukukaya

BLOG: http://rcmink.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in NOVO Jornal

BLOG: http://rcminnovojornal.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in Informática em Revista

BLOG: http://rcminir.blogspot.com.br/

Roberto Cardoso (Maracajá) in O Mossoroense

BLOG: http://rcminmossoroense.blogspot.com.br/

ROma BERlim TOkio

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Riscos de uma gestão de qualidade e logística urbana (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Rodízio de farofa, uma nova opção gastronômica (Jornal de Hoje – Natal/RN

Ranking de qualidade do Brasil PDF 672

https://montekuramablog.wordpress.com/2016/06/30/ranking-de-qualidade-do-brasil/

Saberes e Sabores

BLOG: http://osabereseosabores.blogspot.com.br/

Semana João Cândido

BLOG: http://semanajoaocandido.blogspot.com.br/

Sopa com Bolo

BLOG: http://soupwithcake.blogspot.com.br/

Saberes e Sabores: Café (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Saberes e Sabores: Leite (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Saberes; uma atividade organoléptica  (Informática em Revista – Natal/RN)

Sanduela de Mortandiche com Coquerante de Refricola  (Publikador)

http://www.publikador.com/outras/roberto-cardoso-(maracaja)/sanduela-de-mortandiche-com-coquerante-de-refricola-1

Santa Claus Coach  (Informática em Revista – Natal/RN)

Saúde PDF 400 06/06/15

Santo do pau oco e o contrabando de minerais (Blog do Levany Júnior – Macau/RN)

Saída pela esquerda PDF 619 (Publikador)

SEECOFLp – Programação pretendida PDF 638

Semana estadual de …. PDF 629

SC to T7 – parte 3  (Informática em Revista – Natal/RN)

Since 2006  (Informática em Revista – Natal/RN)

Significados da tocha PDF 653

Sobre Fendas e Fissuras PDF 652

Sopa de letrinhas PDF 025

Strike!  (Informática em Revista – Natal/RN)

Stop Look Listen  PDF 100 19/07/13

Temeridade de um governo PDF 644 (Substantivo Plural)

Tic-tic nervoso  (Informática em Revista – Natal/RN)

Ti ti ti  (Informática em Revista – João Pessoa/PB)

To be or not to be  (Informática em Revista – Natal/RN)

Top gun potiguar, entre cajuzinhos e brigadeiros (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Torre de Maslow e Pirâmide de Babel PDF 008

Transportes multimodal: primeiro, segundo e terceiro (Jornal de Hoje – Natal/RN)

Trilogias da Gestão da Qualidade PDF 014 (Jornal de Hoje – Natal/RN)

UIB abre inscrições – Edital  PDF 642

Uma linguagem nas ruas

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Xananas Blog

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Zé Perry (Jornal de Hoje – Natal/RN)

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por Roberto Cardoso (Maracajá)

Colunista em  Informática em Revista

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A Lua como testemunha PDF 621 (Publikador)

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EaD Resumem PDF 635 (Publikador)

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Lula a caminho da produção cientifica – Pós doc 3 PDF 624 (Publikador)

Lula a caminho da produção cientifica – Pós doc 4 PDF 637 (Publikador)

Saída pela esquerda PDF 619 (Publikador)

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Buenas noches señoras y caballeros PDF 620 (substantivo Plural)

Cartas dos Ventos PDF 625 (Substantivo Plural)

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ordem alfabética atualizado em [05/07/2016]

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ordem alfabética

[03/07/2016]

atualizado em [04/07/2016]

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ordem alfabética

[03/07/2016]

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Emília e milhas … e-milhas

Emília e milhas … e-milhas

PDF 673

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Tudo indicava que o tema principal do dia, ou da noite,  seria a Emília, contada não por Monteiro Lobato, mas por Sebastião Bortoni. Histórias do sitio contadas por um sábio, pesquisador e estudioso, tal como o Visconde de Sabugosa. Bortoni vem dando continuidade e vida a Emília, a partir de um relato contado, quando descobriu que um grupo de crianças não sabia quem era Emília, a personagem criada por Monteiro Lobato.

E antes de começar o evento programado, já aconteciam viagens imaginárias pela Rodovia Castelo Branco, e percorrendo algumas cidades como Agudos, Lençóis Paulista e Botucatu até chegar em Bauru. E a partir de Bauru a viagem prosseguiu também, foi de trem ou de ônibus, prosseguindo pelo oeste paulista até a cidade de Dracena, lá no finalzinho do estado, perto de Andradina, caminho normalmente percorrido pelo Expresso de Prata. Memórias dos anos de 1980, com o antigo modelo monobloco, Mercedes Benz. Hoje os ônibus são mais modernos e possuem dois andares, com direito a visão panorâmica.

E ainda havia uma alternativa de partir de São Paulo pela Reunidas, ou em uma viagem de trem, ambas passando por Campinas, Pederneiras e Jaú,  até chegar em Bauru. Opções mais longas ou demoradas, por passar em inúmeras cidades, em relação a Castelo que era uma via reta e larga, com pistas múltiplas. Viagens imaginarias de um tempo passado. Faltou lembrar e comentar, sobre a cidade Monteiro Lobato, perto de São José dos Campos, a caminho de Campos do Jordão.

Descumprindo uma características dos transportes, o evento partiu atrasado. Mas como o objetivo era viajar no tempo ficando sentados em um mesmo local, não importava o atraso, e viajar-se-ia a pontos mais distantes. E olhe que um bom mineiro não perde o trem, e adora contar um causo. Assim é Bortoni, mineiro e contador de histórias. Hoje da continuidade a Monteiro Lobato.

Começando o evento programado, umas das viagens contadas foi internacional, nos tempos da cortina de ferro, para visitar a União Soviética, em um tempo que para os brasileiros, eram todos conhecidos por russos. Nem se imaginava que era uma reunião de países, até nem pelo nome, uma união socialista. E por se pouco saber o que lá acontecia, entendia-se que tudo era a Rússia, ocupada pelos russos. A história nos convencia disto, por saber que um dia Napoleão tentou invadir a Rússia, sendo cercado e surpreendido pelo inverno severo. Outras viagens internacionais, foram pela América do Sul, no estilo exilado.

Uma fase em Brasília foi um ponto de partida, para contar outras histórias. Com informações coletadas, entrevistas e pesquisas na Asa Sul e Asa Norte. E na famosa W3. Cenas de filmes aconteceram a partir de BSB, com fugas e asilos políticos. Viagens e transportes que mais pareciam sequestros, considerando que eram os tempos de ditadura.

Outras histórias de viagem, foram suas idas a Salvador (SSV), com pernoites e apeamentos na casa de Jorge Amado, que tinha as mesmas veias politicas de Niemeyer. O monumento à JK em Brasília, também foi lembrado, com idealismos ocultos, talvez projetados em uma sombra. Faltando lembrar a construção das instalações do Parque da Cidade (Natal/RN), que também com a assinatura de Niemeyer tem uma imagem idealista oculta, que é possível interpretar pelo alto.

A história é algo difícil de entender e ser discutido, pois desde os primeiros estudos ensinados na escola, somos convencidos de uma versão, como quem ocupou e quem teve um território ocupado; quem ganhou ou quem perdeu uma batalha e uma guerra. E assim aprendemos e somos convencidos pela história contada por um lado, normalmente a versão do colonizador, o lado que se entende como vencedor. Nossa história começa com Caminha escrevendo uma carta, enquanto os índios apenas faziam parte da paisagem, sem deixar nada escrito.

A história é contada por quem a principio domina um conhecimento. Quem dominava a pólvora e a escrita. Quem dominou os transportes terrestres. Quem dominava os transportes marítimos, quem domina a aviação, modos de trocas e comunicação. E hoje por quem domina e controla a internet. Por quem já fincou uma bandeira na Lua. A partir da Lua e com a internet, é possível observar a Terra e contar uma história, que só resta aos que não tem o mesmo privilegio, acatar como verdadeira e obedecer o que é dito como será no futuro.

Sebastião Bortone atualmente reside em uma cidade da região Metropolitana de Natal/RN, é mineiro de Monte Santo de Minas, uma pequena cidade próxima a divisa com o estado de São Paulo, próxima da região de Mococa/SP. Viveu em Bauru/SP, Brasília/DF e outras cidades no Brasil e no mundo afora. Das cidades em que passou ou viveu, trouxe consigo um conhecimento na bagagem.

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texto em:

http://pelasruasdenatal.blogspot.com.br/2016/07/emilia-e-milhas-e-milhas.html

Escrito por

Roberto Cardoso (Maracajá)     

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Reiki Master & Karuna Reiki Master

Jornalista Científico FAPERN/UFRN/CNPq

 

Em 02/07/2016

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN